• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

27 de fev de 2011

127 Horas

127 Hours
Ano: 2010
Com quem? James Franco (Milk), Kate Mara (Somos Marshall), Amber Tamblyn (Quatro Amigas e Um Jeans Viajante)

Antes de começar a assistir 127 Horas ontem à noite, perguntei a opinião de um amigo que já tinha assistido, e ele disse: 127 horas dá nervosinhos.


Sim, MUITOS NERVOSINHOS.

A trama é simples: Aron Ralston (James Franco) é um aventureiro que sai para explorar sozinho um Canyon em Utah, acaba caindo em uma fenda e fica com o braço preso contra uma rocha. E é assim que começa a coisa toda do nervosinho.
Daí pra frente a história vai desenvolvendo e mostrando como Aron faz pra sobreviver o máximo que conseguir com sua única garrafa de água, a câmera de vídeo, umas cordas e pouca comida. Durante o tempo em que Aron passa dentro da fenda (127 horas, dãr), ele vai relembrando tudo que fez antes de sair para viajar naquele sábado.

Aron pensa em tudo que eu você também pensaríamos. Arrependimento por não ter dito que amava a mãe, ou por não ter procurado melhor o canivete suíço que ganhou no Natal. Todas essas situações acabam deixando o filme mais angustiante. Uma angústia que me prendeu cada minuto, junto com uma montagem bem legal, e uma trilha sonora bem foda!

O filme é baseado numa história real, e saber disso só aumenta a adrenalina de quem assiste! James Franco se superou dessa vez, e apesar de estar vivendo uma situação tão desesperadora, Franco conseguiu até me fazer rir!
127 Horas é aquele tipo de filme que te faz imaginar "E se fosse comigo?". E mesmo que é mínima possibilidade de eu cair num buraco no meio do nada e ter meu braço direito esmagado por uma rocha, bateu um certo desespero.

Filme triunfante, que esmaga seus nervos e te faz refletir. E dá nervosinhos, claro.


26 de fev de 2011

Toy Story 3

Toy Story 3
Ano:
2010
Com quem? Vozes de Tom Hanks/Woody (Run, Forrest, Run!), Tim Allen/Buzz (Motoqueiros Selvagens), Joan Cusack/Jessie (Será que ele é?)


Finalmente vi esse filme! Achei jogado pela casa e pensei que seria uma ótima maneira de curar minha ressaca.

Eu tinha a ~fita~ do primeiro Toy Story e assisti infinitas vezes quando era pequeno. Já o segundo, not so much. 

Todo mundo me falou que era bom, o filme tá concorrendo a 5 Oscars, já ganhou um Globo de Ouro E... o Tarantino considerou um dos melhores filmes de 2010, rs. 

De fato, superou minhas expectativas. Eu sempre fico com um pé atrás com filmes de animação, porque eu sou um jovem amargo e muito crítico (mentira). Mas a real é que não vejo tanta graça assim em animação, falo mesmo. 

Dos 3 filmes, acho que este foi o que teve a trama mais elaborada, não só porque a criançada de hoje é mais exigente, mas também porque precisava agradar os antigos “fãs” da franquia. 

A meu ver, a história que se passa entre os brinquedos foi uma distorção bem inteligente de uma história MUITO adulta e está aí a grande graça do filme para nós que (infelizmente) crescemos. Entre draminhas, piadinhas e ação a trama vai se desenvolvendo e prende a nossa (minha) atenção pelo filme inteiro (103 min), e a gente realmente quer saber o que vai acontecer porque, honestamente, poderia acontecer qualquer coisa até o final. 

Eu ri razoavelmente e chorei muito! Hahaha (claro que a ressaca ajudou). Dessa vez, o “mimimi” - que toda animação tem – funcionou muito bem comigo e eu me surpreendi por me importar tanto com o destino dos personagens. 

Resumindo: é demais mesmo e até me arrependi de não ter visto no cinema, só queria deixar minha opinião aqui pra quem, assim como eu, ouviu muito: “ai, é tão bonitinho” ou “aww, é muito fofo”, o que todo mundo sabe, são OS PIORES comentários a se fazer sobre um filme. Aliás, acho que falar “é muito fofo”, tem o efeito completamente oposto e só piora a ideia que tenho de um filme. 

Tá, o que eu queria falar era só isso. Se você não ainda viu, eu super recomendo, acho que ele agrada a váááários tipos de público, porque sabe... é muito fofo, rs.




O Discurso do Rei

The King's Speech
Ano: 2010
Com quem? Colin Firth (Direito de Amar), Geoffrey Rush (Os Contos Proibidos do Marquê de Frade), Helena Bonham Carter (Alice no País das Maravilhas).

Vou ser bem sincero: Não costumo gostar de filmes que se passam na década de 30 porque tenho preguiça de analisar o contexto histórico. (Isso também é válido para filmes de todas as outras décadas antes da de 90, rs). Mas quem leu alguma sinopse de O Discurso do Rei e achou que esse seria apenas um filme histórico sobre um Rei gago, se enganou FEIO. A gagueira e a Segunda Guerra Mundial se preparando pra estourar são apenas elementos que somam à história de um rei cheio de traumas e insegurança.

A história é simples: Gorge (Colin Firth) é filho do rei da Inglaterra e gago desde os 5 anos. Depois de passar por um monte de fonoaudiólogos, sem sucesso, sua esposa Elizabeth (Helena Bonham Carter) resolve buscar ajuda para o marido com Lionel (Geoffrey Rush), um ator falido apaixonado por Shakespeare, que garante acabar com a gagueira de George utilizando seu métodos exclusivos.

Quando o pai de George morre, seu irmão sobre ao trono, mas logo abdica pra poder se casar com uma mulher divorciada. George se torna o Rei George VI e, mais do que nunca, precisa dar um jeito na sua gagueira. Numa época onde o rádio começa a estar presente na casa de todos os ingleses, é tarefa do Rei fazer discursos ao vivo para o povo. Fudeu pro George.

Aos poucos, enquanto o novo Rei vai se tratando com Lionel, descobrimos que a gagueira não é seu único e principal problema. George teve uma criação muito rígida, foi forçado a mudar certos hábitos, privado de algumas vontades e sofria bullying (que naquela época devia ter outro nome) dentro de casa!

Nada de cenas fortes, correria, golpes na monarquia e guerra pra todo lado. O conflito é intenso, mas é suave. A cada vez que George vai se pronunciar em público, apesar das frases pausadas e lentas, a adrenalina vai lá no alto. Como se, ao invés do microfone da rádio, George estivesse encarando 43 ninjas encapuzados.

Destaques para a atuação impecável do Colin (que já tinha se tornado um dos meus atores  preferidos desde que falou português em Simplesmente Amor), e para a serenidade da Helena. Foi bom vê-la interpretando uma mulher normal, pra dar uma variada.

O Discurso do Rei é campeão de indicações ao Oscar desse ano (que acontece amanhã, às 22h), concorrendo em 12 categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Melhor Diretor. E acho que Melhor Ator dá pra levar FÁCIL, rs. Vamos esperar.

25 de fev de 2011

Filmes + Pizza. Muito bonito.

Alô vocês. Essa coisa de primeiro post é sempre meio complicada. Essa coisa de dizer que escrever o primeiro post é complicado já é bem clichê. Então eu vou tentar ser prático e explicar pra vocês qual vai ser a desse blog.

Let the hacking begin!

Sabe quando você assiste um filme, e fica com as ideias frescas na cabeça, querendo comentar logo com alguém sobre o que acabou de assistir? Esse blog serve pra isso. Eu e o Vinnie vamos postar aqui nossa opinião sobre algum filme que acabamos de assistir. Não é um blog pra falar de novidade, de filmes inéditos, trailers e spoilers (apesar de que isso pode rolar vez ou outra). Aqui vamos escrever sobre o último filme que assistimos, recomendando (ou não) pra todos os leitores.
Nada de críticas super elaboradas e análises complexas. Só a opinão de dois amigos sobre qualquer filme. Qualquer um mesmo!

Eu e o Vinnie temos gostos MUITO diferentes pra filmes (e acho que dá pra perceber isso pelos nossos perfis aqui no blog), e eu geralmente costumo odiar o que o Vinnie ama. Isso vai deixar o blog muito mais ~dinâmico~ sempre com filmes de todos os gêneros até pornô n e pontos de vista diferentes. Pode rolar também posts com trilhas sonoras, filmografias e outras coisas que forem aparecendo. 

Agora já pode comentar, seguir, indicar e tudo mais! Isso aqui vai ser legal :D