• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

31/05/2011

The Hangover Part II

Se Beber, Não Case - Parte II
Ano: 2011
Com quem? Bradley Cooper (Sem Limites), Ed Helms (The Office), Zach Galifianakis (It's Kind of a Funny Story), Ken Jeong (Ligeiramente Grávidos), Jamie Chung (Sucker Punch), Justin Bartha (A Lenda do Tesouro Perdido) e Paul Giamatti (Sideways)

É sobre o quê?
Um tempo depois da despedida de solteiro de Doug em Las Vegas, os "rapazes" de reúnem novamente para o casamento de Stu (o dentista), na Tailândia. Após uma suposta noite tranquila ao redor de uma fogueira na praia, Stu, Phil e Alan acordam largados em um hotel barato em Bangkok sem memória nenhuma do que aconteceu. A missão agora é achar o irmãozinho da noiva que esteve com eles durante a noite alucinada.

Eu gostei de:
Primeiro que eu me identifico totalmente com a situação dos caras. Ok, não totalmente, mas o que me fez gostar desse filme, assim como do anterior, é a história de acordar e simplesmente não se lembrar de nada! A diferença é que eles só arranjam problema quando estão alterados e se envolvem em situações, claro, muito absurdas. Há cenas e diálogos muito engraçado e, como a gente já conhece os personagens, a gente se importa com eles.

Eu não curti:
Por tentar superar o anterior na comédia, nesta sequência há muitas piadas forçadas e algumas coisas são bem desnecessárias. Outra coisa que  não achei muito bom foi não haver muitas surpresas, acho que o trailer entregou muito do filme (e eu odeio spoilers justamente por isso), então algumas coisas poderiam ter sido muito mais engraçadas se eu não soubesse absolutamente nada sobre o filme!

Vale a pena?
Claro que vale! Não consigo dizer se é tão bom quanto o primeiro, mas com certeza é um filme divertido. Depois da sessão ficamos relembrando algumas histórias da faculdade e tal, então é um filme bem legal para se assistir com os amigos.

Você vai gostar se...
Se você gostou do primeiro. Se você gosta dessas comédias com situações absurdas (porém até possíveis) ou se simplesmente você gosta de rir da desgraça alheia!

Em uma frase: os créditos finais são melhores que os do primeiro!

29/05/2011

Contracorriente

Contracorrente
Ano: 2011
Com quem? Cristian Mercado, Manolo Cardona e Tatiana Astengo.

É sobre o quê?
Contracorrente é um drama peruano que conta a história do pescador Miguel, que casado com Mariela mas mantém um relacionamento secreto com Santiago, um artista plástico misterioso (uuuhh). Miguel conseguia levar bem essa "vida dupla" até o nascimento de seu filho com Mariela. Isso acaba bagunçando os sentimentos desse triângulo amoroso, que é observado (e julgado) por todos os outros moradores da vila de pescadores. Todos eles muito machos e religiosos, lógico. E acho que isso já é problema o bastante pra se construir um bom drama.

Eu gostei de:
Não sou muito de assistir filmes estrangeiros, mas fiquei com muita vontade de assistir esse aí depois que vi o trailer. Estava esperando mais um clichê desses onde o homem casado se descobre apaixonado por outro homem e precisa lutar contra esse sentimento para continuar seguro a respeito de sua masculinidade. Mas Contracorrente me surpreendeu! A trama é ótima e coisas inesperadas acontecem, mudando o rumo de tudo que eu imaginei que iria acontecer. Adorei as atuações (principalmente a Tatiana Astengo). Vale a pena também dar uma olhada nos cenários. O contraste entre as praias lindas, e a simplicidade das casas dos pescadores (cheias daqueles objetos de decoração cafonas de porcelana e relógios de parede com imagens de Jesus) é demais!

Eu não curti:
Achei que o filme acabou muito de repente. Claro que existem coisas que ficam subentendidas mas, na minha opinião, faltou amarrar um pouquinho mais os momentos finais. Mas não é nada que comprometa a qualidade do filme. Coisa boba.
Ah, o fato de eu ter assistido o filme com legenda em inglês e legenda em português por cima também me irritou um pouquinho, rs.

Mas e aí? Vale a pena?
Com certeza! O filme tem muita coisa interessante pra ser vista e pensada. A cultura daquele povoado é muito bem explorada, e na metade do filme eu já me sentia "em casa". Eles fazem até algumas referências às novelas brasileiras e, pelo que eu entendi, lá nós somos o país das boas novelas. Esses temas (ainda) polêmicos como traição, aceitação, preconceito e sair do armário são mostrados de maneira bem clara, como a vida é. E por mais que uma vez ou outra apareça um peito ou uma bunda, o filme não é nada apelativo. É um filme bonito, acima de tudo. Muito bonito.


Você vai gostar se...
Se gosta de filmes estrangeiros, paisagens bonitas, gente falando em espanhol e dramas com personagens bem complexos.

Em uma frase: Parabéns, Peru! Continue assim.

The Hangover

Se Beber, Não Case!
Ano: 2009
Com quem? Andrew Astor (Sobrenatural), Ed Helms (The Office), Zach Galifianakis (It's Kinda of a Funny Story), Heather Graham (Do Inferno), Rachel Harris (Diário de um Banana), Ken Jeong (Community), Sasha Barrese (Deixe-me Entrar), Bradley Cooper (Sem Limites), Matt Walsh (Role Models), Jeffrey Tambor (Win Win), Justin Bartha (New York, Eu Te Amo) e Nathalie Fay (Um Lugar Qualquer).


É sobre o quê?
Doug (Justin Bartha) e mais três amigos decidem ir comemorar sua despedida de solteiro em Las Vegas, da melhor maneira possível – e tradicional – muitas bebidas, mulheres, jogatina, boates etc.

Ao acordarem na manhã seguinte, em meio ao caos do quarto de hotel sem lembrar nenhum detalhe da noite anterior, Phil (Bradley Cooper), Stu (Ed Helms) e Alan (Zach Galifianakis) descobrem que Doug desapareceu. Quando a confusão está formada, eles começam a procurar em todos os cantos a cidade pistas sobre o paradeiro de Doug à tempo de levá-lo ao seu casamento.

Eu gostei de:
Não tem muito que não gostar, o filme segue a linha comédia clichê, mas isso não deixa o filme ruim. Ainda mais porque funciona, a gente ri bastante. Eu gostei muito da atuação do Zach Galifianakis. O filme é ele, do começo ao fim, ele consegue fazer a gente rir só com um cara séria, ou uma jogadinha de cabelo para o lado. Os outros atores – e seus personagens – conseguem liberar um sorrisinho da nossa cara em um momento ali, e outro acolá. Alan, o personagem do Galifianakis, faz a gente rir até chorar toda vez que abre a boca para filosofar.

Eu não curti:
Do feeling de comédia “trash”. Os efeitos são incríveis, o filme é cheio de ação, não custaria nada mudar uma situação ou uma fala para tentar ser original. O potencial do filme está ali, mas ele não vai muito longe para conseguir não. Fica na zona de conforto e consegue arrancar umas risadas temporais e outras escandalosas. Quem sabe na Parte II isso não mude.

Vale a pena?
Bastante. O filme tem uma produção incrível e é uma das comédias mais legais que assisti. Sem contar que o Zach Galifianakis está impagável no filme, fazendo jus ao seu sucesso.

Você vai gostar se...
Goste de comédias que não tem pé nem cabeça, bem produzidos e animam o seu dia nos primeiros minutos. E eu recomendo para quem quiser assistir a Parte II que estreou ontem (sexta-feira 27), pois pelo que vi do trailer há uns detalhes no filme que estão neste primeiro.

Em uma frase: alguns caras não aguentam Las Vegas.

28/05/2011

Pizza-Delivery: links da semana #12

Links de download de todos os filmes que a gente postou aqui durante a semana. Vale lembrar que o blog não ganha nada por isso. Estamos apenas compartilhando links que já estão disponíveis na internet. Não nos responsabilizamos pelos downloads feitos pelos leitores e pelas maneiras como os filmes serão utilizados. Também não é nosso papel repôr links quebrados.

Pizza-Delivery rola aos sábado aqui no blog. Não precisa mais correr atrás.

Red Riding Hood

A Garota da Capa Vermelha
Ano: 2011
Com quem? Amanda Seyfried (Garota Infernal), Gary Oldman (O Quinto Elemento), Virginia Madsen (Sideways), Billy Burke (Eclipse), Shiloh Fernandez (Deadgirl), Max Irons (O Retrato de Dorian Gray).

É sobre o que?
Uma releitura mais ~dark~ da história da Chapeuzinho Vermelho.
Um vilarejo medieval é atormentado por ataques de um suposto lobo (ou lobisomem), que deixa a população em pânico conforme as pessoas vão morrendo. Valerie é uma garota apaixonada por um amigo de infância, porém foi prometida para casar com um jovem rico do vilarejo, em vista disso, os dois rapazes tentam provar o seu amor pela garota, ao tentar caçar a fera que aterroriza a vila. Entretanto, logo são informados de que o lobisomem é um dos próprios moradores.

Eu gostei de:
Gostei da ideia central da história. Um lobisomem espalhando o terror, um vilarejo ignorante e amedrontado, uma chapeuzinho vermelho bem sexy, disputada pelos rapazes. Também gostei do suspense. Afinal, quem é o lobo? Cada hora surge um novo suspeito, ou eliminamos outros etc. Visualmente é um filme muito bonito e a trilha sonora também é interessante.

Eu não curti:
O filme tem suspense, terror, fantasia e romance, só que tudo muito "nhé". A personagem está apaixonada, mas não sentimos tanto assim a paixão. Há cenas obscuras e assustadoras, mas nada que dê medo de verdade - nada! O suspense tá presente sim, o filme todo, mas a história vai cansando tanto que depois de um tempo a gente nem mais liga para quem seja o lobo ou não.
Enfim: ideia boa e exploração medíocre. O romance que lançaram com esse filme deve ser mais interessante, pois podemos nos envolver mais com o mistério e os personagens... Pena que já vi o filme e sei o final! rs

Mas e aí? Vale a pena?
Hmmm... not really. É interessante, mas cansa muito. Eu assisti mais por curiosidade e creio que todo mundo que assiste é só por isso. Então vá em frente, tente descobrir quem é o lobo, rs. Só que não tenho nenhuma vontade de assistir de novo, mesmo na televisão.
Uma coisa válida é a Amanda Seyfried. Pois eu acho que ela é a atriz mais linda dessa nova geração (talentosa também) e neste filme ela está maravilhosa, pena que não tem muitas cenas sensuais. =/

Você vai gostar se...
Gosta de Crepúsculo, gosta da Amanda Seyfried ou de qualquer suspense.

Em uma frase: AMANDA SEYFRIED

Everybody's Fine

Estão Todos Bem
Ano: 2010
Com quem? Robert De Niro (Sem Limites), Drew Berrymore (Garota Fantástica), Kate Beckinsale (Click) e Sam Rockwell (O Guia do Mochileiro das Galáxias).

É sobre o quê?
Frank (De Niro) é um viúvo, pai de quatro filhos, que sonha em reunir a família em torno da mesma mesa novamente, em memória de sua esposa. Só que seus filhos andam ocupados demais com suas vidas pessoais. Robert é maestro de uma orquestra, Amy é dona de uma agência de publicidade, Rosie é dançarina em Las Vegas e David é um artista (e não pintor, porque pintores pintam muros, onde os cachorros fazem xixi). Então Frank decide fazer uma longa viagem, passando por quatro cidades diferentes para visitar seus filhos e ver se todo mundo está bem. Durante o caminho Frank vai relembrando a maneira como criou as crianças, e começa a descobrir coisas que sua esposa sempre tentava mostrar mas ele sempre ignorava porque estava ocupado demais se certificando de que todos seriam bem sucedidos na vida, e o encheríam de orgulho.
O filme é uma refilmagem americana de Stanno Tutti Bene, um filme italiano de 1990.

Eu gostei de:
Ah, eu adoro um drama! Dramas que envolvem relacionamentos familiares então, são um prato cheio pra mim! A história é linda, e a maneira como é contada é muito comovente. A viagem de Frank é cheia de detalhes, cheia de lembranças, e a gente acaba percebendo que mesmo para um pai de 70 e poucos anos, os filhos sempre vão ser vistos como crianças. O pai sempre vai querer proteger os filhos de qualquer coisa que posso afastá-los dos seus planejamentos (bem, supostamente deveria ser assim). As atuações são ótimas (principalmente Drew e De Niro), e se você quer um filme emocionante e cheio de lições pra vida, acabou de encontrar!
Preciso falar que eu chorei nos últimos 15 minutos de filme SEM PARAR? Ok, rs. era a ressaca


Eu não curti:
O cartaz do filme. Tem cara daquelas comédias de Natal cheias de confusão, onde o pai da família deixa o peru queimar e tem que correr até o mercado pra comprar um novo, mas o mercado está fechado, daí ele vai na cidade vizinha, e o carro quebra, ela vai preso e a família passa a noite de Natal na cadeia. Entende o que eu estou falando? Existe muita gente que julga um filme pelo cartaz (eu, rs) e essas pessoas podem acabar perdendo um filme ótimo por causa desse pôster ruinzinho, rere. Eu só acabei assistindo porque vi esse filme na Fnac com o Victor e ele disse que era muito bom, e eu deveria assistir! Dei sorte.

Mas e aí? Vale a pena?
MAS É CLARO! Aprendi muita coisa com Everybody's Fine, e vou querer assistir de novo qualquer dia, rs. Entrou até pra minha lista de favoritos! E se você ficou com vontade de assistir, você pode pegar o link mais tarde no Pizza-Delivery, ou assistir na TV mesmo! O filme acabou de entrar em cartaz na HBO, e você pode dar uma olhada na programação aqui.

Você vai gostar se...
Se gosta de dramas entre família. Se gostou de As Coisas Impossíveis do Amor, provavelmente vai gostar desse aqui também!

Em uma frase: Eu preciso parar de ser tão chorão.

27/05/2011

Country Strong

Onde o Amor Está
Ano: 2011
Com quem? Gwyneth Paltrow (Homem de Ferro 2), Leighton Meester (The Roommate), Garrett Hedlund (Tron - O Legado) e Tim McGraw (Daquela música da Taylor Swift, rs).

É sobre o que?
Gwyneth Paltrow é Kelly Canter, uma famosa cantora de música country que teve a carreira abalada por causa do seu alcoolismo. Kelly segue a linha das celebridades problemáticas e vai pra rehab. Lá ela conhece Beau, seu supervisor de reabilitação que também canta música country num barzinho da cidade. Depois de um ano na clínica, Ed (marido e produtor de Kelly) decide que está na hora da cantora reestabelecer sua carreira e se redimir com os fãs numa nova turnê. Para o show de abertura, Ed decide chamar Chiles, uma "princesinha do country", ex-Miss Dallas, e ainda insegura quanto a sua música. Beau acaba indo junto, para cantar e supervisionar Kelly, garantindo que a moça não vai ficar bêbada de novo e fazer alguma merda pra afundar sua carreira de vez.

Eu gostei de:
O filme é um drama bem dramalhão, e eu adoro histórias assim! Uma parte de mim gosta muito de música country, e a trilha sonora é ótima. Tem músicas originais e alguns covers também. Words I Couldn't Say, do Rascal Flatts, ficou linda na voz da Leighton Meester (ouça). Junto com a Gwyneth e o Garrett Hedlund, ela completa um trio que vai te fazer se sentir mal por não saber cantar. Toda vez que eles abrem a boca (até mesmo pra falar) as palavras saem com aquela melodia de música caipira, e um pouco da voz rouca de interior. Acho ótimo.
Alguns diálogos também são bem bonitos. Sem frases feitas, nem nada. Coisas simples que qualquer um poderia ter falado, mas no contexto da história ficam bem melhores. Pra falar a verdade, esse foi um filme que mexeu bastante com as minhas emoções. Eu ri bastante (principalmente com as cenas do Beau provocando a Chiles) e também chorei. Umas duas vezes. Vocês me conhecem, rs.


Eu não curti:

Acho que o tempo foi mal aproveitado. O filme é meio grandinho (1h57) e o final acabou meio embolado. Tudo acontece muito rápido e você fica tipo Q??? O final não é RUIM, de fato. Tudo que tem que acontecer, acontece. Tudo fica explicado e amarrado. Mas aconteceu tão rápido que quando eu me dei conta, já estava nos créditos finais. Alguns amigos meus reclamaram da duração do filme, mas pra mim isso não foi problema. Não fiquei entediado em momento nenhum. Mas acho que o final poderia ser um poquinho melhor.

Mas e aí? Vale a pena?
Vale sim. O filme não foi muito comentado no Brasil ainda (acho que ele nem passou pelos cinemas daqui), e isso é uma pena. Eu comecei a assistir achando que ia ser um draminha qualquer e acabei me surpreendendo! Não se deixe desanimar pelo fato do filme ter quase 2 horas. Garanto que não é chato, e que a história vai te prender. É daqueles que a gente assiste mais de uma vez, e até já entrou pra minha lista de favoritos.

Você vai gostar se...
Se gosta de dramas, e música county. Esse filme é a combinação perfeita disso tudo, rs.


Em uma frase:
Taylor Swift daqui a 20 anos.

26/05/2011

Vanishing on 7th Street

Mistério da Rua 7
Ano: 2010
Com quem? Hayden Christensen (Ladrões), Thandie Newton (Crash – No Limite), John Leguizamo (Gamer), Taylor Groothuis (O Primeiro Amor) e Neal Huff (Conduta de Risco).

É sobre o quê?
A história segue um grupo de pessoas que após um grande blackout em Detroit se refugiam em um pequeno bar na Rua 7. Juntos tentam entender o que causou a falta de luz e para onde foram todos os outros moradores da cidade que sumiram dentro da escuridão. Quando a escuridão avança para pegá-los, eles percebem que precisam ficar juntos e a luz é sua única maneira de sobreviver ao que vive no breu.

Eu gostei de:
Eu já escrevi uma história parecida em 2009, intitulada “Borboletas Noturnas”, que segue o mesmo roteiro inicial: um shopping, um blackout, gente desaparecendo e gente morrendo. Por esse motivo, já me interessei no inicio da trama que pode ser arrastada, mas deixa aquela curiosidade corrosiva circulando no seu cérebro.

Aliás, o filme é um mistério sem solução. Ele é completamente desenvolvido para você pensar nos reais motivos para cada coisa, cada cena, cada ato decorrente de uma ação anterior – wow, isso ficou bonito – até o momento que os créditos finais sobem para o infinito. O filme começa vago e termina sem fechar qualquer cadeado na história. Digamos que a única conclusão que o filme realmente esclarece, é “UMA TAL COISA” que acontece “COM UMA TAL PESSOA”. (Para não spoilear).

Eu não curti:
Das cenas longas, cheias de coisas desnecessárias só para deixar o filme um pouco mais longo. Às vezes isso torna o filme chato, mas a curiosidade segue maior e você quer uma explicação para tudo.
Outra coisa que poderia ter sido melhor: os efeitos especiais. Nunca pensei que construir uma escuridão fosse tão difícil assim. Não são péssimos, mas poderiam ser melhores.

Vale a pena?
Oooho! Creio que esse é um dos filmes que mais pensei sobre no final. As ideias vão circulando e circulando até você chegar à sua conclusão pessoal. Durante o filme você não quer saber de pensar, você fica atento esperando respostas. Eu raramente penso em mil teorias durante um filme misterioso, o que deveria ter feito durante o Mistério da Rua 7.

Você vai gostar se...
Gosta de criar suas próprias filosofias e conclusões sobre os filmes e seus significados. Se curtiu The Mist, “Vanishing on 7th street” pode agradar. Mas se você é uma das pessoas no enorme grupo que odeia os filmes que não entendem ou que não lhe entregam as respostas no final. Uma pena, esse definitivamente não é um filme que você vá gostar.

Em uma palavra (ou duas): quase inexplicável

The Nines

Número 9
Ano: 2007
Com quem? Ryan Reynalds (Paper Man), Hope Davis (Charlie - Um Grande Garoto), Melissa McCarthy (Juntos Pelo Acaso) e Elle Fanning (Um Lugar Qualquer).

É sobre o que?
Antes de mais nada, quero deixar claro que esse é um filme bem confuso. Nada nele é óbvio, e as explicações pra tudo são bem aleatórias. Não quero falar que é um filme ruim, pra não desejarem minha morte nos comentários de novo, mas sério. É bem ruim.
Ryan Reynolds interpreta 3 personagens: Um ator cheio de problemas com drogas, um escritor de séries de TV e um designer de games barbudo. Todos eles têm suas vidas marcadas por acontecimentos estranhos envolvendo o número 9, e suas vidas estão ligadas em planos diferentes.Para resolver esse mistério, o segredo é procurar pelos noves. A ordem é bem clara: Look for the nines.

Eu gostei de:
O jeito como o filme é apresentado é super interessante. Os 3 personagens não existem ao mesmo tempo. Eles estão em planos diferentes, e o filme deixa isso bem dividido. Até as cores das imagens, e o estilo de câmera muda de acordo com cada parte. A parte 2, que funciona como um documentário, é a minha favorita. A atuação do Ryan Reynolds também tá ótima (ele foi a razão de eu ter assistido esse filme, na verdade). Cada um dos personagens tem características diferentes, e o Ryan soube como diferenciar isso.
Ah, a Elle Fanning (irmã da Dakota) também tá uma gracinha.

Eu não curti:
A ideia é boa, mas não souberam usar isso. Confesso que no fim das contas eu não entendi nada. Sério mesmo, NADA. Antes de assistir fui no Filmow dar uma olhada na opinião da galera sobre o filme e todo mundo tava dizendo que não entendeu a história. Achei que era um daqueles filmes que você precisa se esforçar pra entender, mas eu estava errado. Eu me esforcei bastante, e... nada. E eu juro que não tô sendo burro. Juro mesmo. Prefiro chegar aqui e dizer que não entendi do que ficar tentando explicar o filme. Li alguns posts na internet dizendo que o filme fala sobre tridimensionalidade e semi-deuses. Mas não é nada disso. O filme não te faz chegar à essa conclusão. O filme não me fez chegar a conclusão nenhuma.
O nome do filme é THE NINES, e as referências ao número 9 são poucas, são aleatórias. Eles jogam o número em situações avulsas e tentam explicar de qualquer jeito no final. Decepção.

Mas e aí? Vale a pena?
Vou dizer que vale a pena pra ver se alguém assiste, entende e me explica, flw rs.

Você vai gostar se...
Se gosta de filmes sem sentido. Um cara lá no Filmow deu 5 estrelas pra esse filme, e comentou: "Meu tipo de filme...quem quiser procurar sentido, que vá pra o exército."
Então, é bem isso. Tô indo pro exército. (???)

Em uma frase: Fique o filme inteiro looking for the nines, mas não achei nada.

25/05/2011

You Again

Você de Novo
Ano: 2011
Com quem? Kristen Bell (Quando em Roma), Sigourney Weaver (Avatar), Jamie Lee Curtis (Sexta-Feira Muito Louca), Kristin Chenoweth (Glee) e Betty White (A Proposta).

É sobre o que?
Marni (Kristen Bell) acaba de ser promovida à vice presidência de uma empresa de RH em Nova York. É linda, loira e magra. Mas durante o Ensino Médio as coisas não eram bem assim. Marnie era a loser da escola, humilhada pelas líderes de torcida por causa dos seus óculos grandes e sua cara cheia de espinhas.
Isso tudo tinha ficado no passado até Marni descobrir que seu irmão Will, está prestes a se casar com Joanna, a chefe das líderes de torcida que transformaram seus anos na escola num verdadeiro inferno! Agora Marni quer provar pro irmão que Joanna não vale nada, e só tem dois dias para impedir que o casamento aconteça.

Eu gostei de:
Ótimas atuações. ÓTIMAS. Eu já disse aqui que não gostei muito da Kristen Bell em Quando em Roma, mas dessa vez ela me conquistou. Com piadinhas leves, e uma história que te prende, o elenco fez o filme ser um pouco mais do que uma comédia qualquer. A Betty White é o tipo de vovó que todo mundo queria ter, e a jamie Lee Curtis é super engraçada (apesar das sua feições masculinas). Outra surpresa boa foi a participação da Kristin Chenoweth (que participou de Glee como April Rodes). Sua personagem no filme aparece pouco, mas sempre que ela chegava eu morria de rir.

Eu não curti:
O final :( Claro que não vou soltar spoiler aqui, mas acho que o fim da história foi bem forçado. Obviamente é uma comédia, e comédias não costumam fugir dos clichês. Mas as mudanças dos personagens não me convenceram. Ficou com cara daqueles finais feitos às pressas. Não é ruim, mas poderia ser melhor. Sem dúvidas.

Mas e aí? Vale a pena?
Vale sim! Eu ri bastante com o filme. Tem muitas cenas engraçadas, até mesmo aquelas trapalhadas típicas de comédia família. Gente derrubando comida, tombos desastrosos e encanemento quebrando... Tudo isso, apesar de bem manjado, ficou engraçado por causa do ótimo elenco! Volto a dizer que vale a pena pela Kristen Bell, que tá toda fofinha em You Again. E a trilha sonora? Beeeem legal.

Você vai gostar se:
Se gosta dessas comédias leves, e filmes "bobinhos" que não exigem muita concentração. Filme bom pra ver com a galera, rs.


Em uma frase:
Uma esperança pro futuro de quem é loser hoje em dia.

24/05/2011

Whip It

Garota Fantástica
Ano: 2009
Com quem? Ellen Page (Juno), Marcia Gay Harden (O Nevoeiro), Drew Barrymore (As Panteras), Kristen Wiig (Saturday Night Live), Juliette Lewis (Assassinos por Natureza) Zöe Bell (À Prova de Morte), Eve (Glee), Jimmy Fallon (Táxi) e Landon Pigg (cantor, rs).  

É sobre o que?
Baseado no livro "Derby Girl" de Shauna Cross (que também escreveu o roteiro). Whip It conta a história de Bliss Cavendar, uma garota do interior do Texas, que está no colegial, trabalha numa lanchonete tosca e participa de concursos de beleza (empurrada pela mãe). Bliss acidentalmente descobre um esporte diferente, chamado Roller Derby, que é tipo uma corrida de patins em círculos, mas cheia de pancadaria (é divertido!). Nesse esporte, a garota começa a ter alguma diversão na sua vida até então muuuuito sem graça. O problema é que ela conta umas mentirinhas no caminho, pra poder continuar com o Roller Derby.

Eu gostei de:
Do elenco! Juntaram muita gente legal para a estreia da Drew Barrymore como diretora. Há muitas cenas engraçadinhas, alguns diálogos também. Mas o que mais atrai nesse filme, além da fofa da Ellen Page (adoro ela), são as atuações super forçadas da galera. A Drew e a Juliette Lewis estão muito escrotinhas (achei legal). Além disso, o Roller Derby é bem divertido de se ver porque tem muita pancadaria. 
(Também adorei a trilha sonora)

Eu não curti:
Poderia ter um indie-feel a mais no filme, uns diálogos mais elaborados (à la Juno), ou mais referências da geração atual (estilo Easy A), pois já que a Ellen Page está interpretando a si mesma mais uma vez no cinema (ela é estilo a Zooey Deschanel), que seja bem Junesco, rs. De qualquer forma, não precisaria disso também. No fim das contas a história fica bem leve, divertida e até interessante. Então ta ok!

Mas e aí? Vale a pena?
Eu acho que vale sim. Não é filmão (obviamente), mas vale o dinheiro da locação ou tempo de download. Só pela sinopse já não é de se esperar muito, então ele atende às possíveis expectativas. A moral da história também é legal, a importância dos amigos, da família e de se afirmar perante os outros. Legal pra ver com os amigos, ou até com os pais (pelo menos os meus, rs).

Você vai gostar se...
Gosta de filmes de adolescente, da Ellen Page, de história sobre jovens querendo independência, mulheres engraçadas e, claro, Girl Power. (É um filme bem de menina na verdade).

Em uma frase:




Carrie

Carrie: A Estranha
Ano: 1976
Com quem? Sissy Spacek (Entre Quatro Paredes), Piper Laurie (A Garota Morta), John Travolta (Grease), Amy Irving (O Amigo Oculto)

(Dirigido por Brian De Palma)

É sobre o que?
Carrie White é uma garota introvertida e isolada de todos em seu colégio. A grande culpa é de sua mãe, uma religiosa fanática que acha tudo pecaminoso, tudo uma ofensa a Deus e etc (louca louca). 
Após ter sua primeira menstruação durante um banho depois de uma aula de Ed. Física, Carrie vira alvo de diversas piadas entre as meninas do colégio. As garotas são punidas, algumas se arrependem e outras não (e querem vingança contra Carrie).
O que ninguém sabe é que além da garota ser uma freak isolada, ela também tem poderes sobrenaturais, como a telecinese. (uuuuuh)

Eu gostei de:
Praticamente tudo! O filme é baseado no livro de Stephen King, que por sinal eu li (finalmente) quando estava no colegial. Ao contrário do que muitos criticam sobre essa relação livro x filme, creio que esta adaptação fez jus ao livro sim.
Outra coisa que eu gostei muito foi a atuação da Sissy Spacek (a Carrie), ela faz a gente ter toda a simpatia pela personagem, em momentos ela é extremamente meiga e em outros ela é o capeta! Achei ótimo (e vi depois que ela concorreu ao Oscar com esse filme! Awesome!).

Eu não curti:
Bom, em teoria o gênero é drama/terror, mas não deu medo em nenhum momento, rs. Talvez em 1976 as coisas fossem mais chocantes (os efeitos etc.), mas não agora em 2011. Além disso, como a Carrie é a protagonista e ganha seu coração durante o filme, nada dá medo. É como assistir "A Hora do Pesadelo" tendo toda a simpatia do mundo pelo Freddy Krueger - not scary.

Mas e aí? Vale a pena?
Claro que vale! Eu achei ótimo! A história é um clássico, e o tema é algo até hoje presente. Não me refiro à telecinese, mas sim ao bullying (assunto tão em evidencia atualmente). Carrie é o exemplo perfeito do por que não devemos caçoar dos nossos companheiros de classe. rs. 
Além disso, tão querendo fazer um remake deste filme (again), que tal já ver o original então?

Você vai gostar se...
Gosta de Stephen King, gosta de assuntos paranormais, temas de vingança, personagens socialmente excluídos, histórias sobre bullying etc. 

Em uma frase: "If you've got a taste for terror... take Carrie to the prom"

23/05/2011

Wedding Wars

Guerras de Casamentos
Ano: 2006
Com quem? John Stamos (Três é Demais), Eric Dane (Burlesque) e Bonnie Somerville (A Verdade Nua e Crua).

É sobre o que?
Ben trabalha para o governador do Maine, e está de casamento marcado com sua filha, Maggie. Para planejar o casamento, Ben resolve chamar seu irmão Shel (organizador de enventos e gay). Os problemas começam quando Ben escreve um discurso para o governador apoiando uma lei que proíbe o casamento gay. Shel fica puto da vida, suspende a organização do casamento e entra em greve. Só que seu protesto mobiliza a América inteira, e todos os gays entram em greve. O país fica sem cabeleireiros, decoradores, cozinheiros e tudo mais. Uma bagunça com proporções enormes foi necessária para fazer Ben e Shel entenderem o que verdadedeiramente significa ser "irmão". (Aqueles que terminam sinopse de filme com frase de impacto).

Eu gostei de:
A ideia do filme é bem legal. É uma história que fala sobre lutar pelos seus direitos e tudo mais. A questão de sair do armário também entra em questão no filme. John Stamos Sabe como fazer papel de gay e convence todo mundo. E a amizade que surge entre o Shel e a Maggie é bem bonitinha. A menina prestes a casar que encontra um melhor amigo gay pra ajudar a escolher o cabelo, as flores e o vestido! Inocente e fofo. Aliás, o filme é fofo o tempo inteiro. Apesar de ser um filme com temática gay, não tem nada de apelativo na história. Ninguém come ninguém, ninguém fica pelado, e sexo nem é um assunto citado. Foi bom ver isso, pra dar uma variada.

Eu não curti:
Hm... Sei lá. A história é bobinha, sabe? O filme não empolga e não é grande coisa. Mesmo com a atuação divertida do Stamos, as piadas são meio forçadas. É um filme legal, mas eu não assistiria de novo. Tem coisa melhor no mundo, rs.

Mas e aí? Vale a pena?
Wedding Wars é um filme feito pra TV então o orçamento não é lá essas coisas. Se você estiver sem nada pra fazer, e começar a passar, assista. É legalzinho. Mas nada muito além disso. Apesar do tema ser bem interessante, acho que ele não foi muito bem aproveitado, sei lá.

Você vai gostar se...
Curte Sessão da Tarde com temática gay, rs.

Em uma frase: Legalzinho, engraçadinho, tudo inho.

22/05/2011

Vicky Cristina Barcelona

Vicky Cristina Barcelona
Ano: 2008
Com quem? Javier Bardem (Comer, Rezar, Amar), Penélope Cruz (Profissão de Risco), Scarlett Johansson (Homem de Ferro 2) e Rebecca Hall (Atração Perigosa).

É sobre o que?
Vicky e Cristina são melhores amigas com personalidades diferentes. Vicky é centrada, racional, e cheia de planos. Cristina é emotiva, dramática e amante das artes. As duas viajam juntas para Barcelona durante as férias de verão. Uma vai estudar e a outra vai se curar de um coração partido. Lá elas conhecem José Antônio, um artista charmoso, grandão e muito misterioso, que se interessa pelas duas. Tudo complica quando a ex-mulher louca e problemática de José Antônio aparece e a vida das duas turistas muda completamente. Elas se envolvem numa história de amor, sexo, traição e tudo mais. UUHHH

Eu gostei de:
O cenário do filme é incrível. Barcelona é linda, e o filme explora bastante isso. As contruções, as praias, as casinhas amontoadas em pequenas ruas. Tudo é bem convidativo, e as cores do filme (tudo é laranja) dão a impressão de que está calor o tempo inteiro. O elenco todo é bonito, então o filme acaba sendo agradável aos olhos. É um filme aconchegante. Isso.


Eu não curti:
Esse foi o primeiro filme do Woody Allen que eu assisti na vida, então eu estava cheio de expectativas, sabe? Todo mundo fala pra caralho do cara, e eu esperava um FILMÃO. Mas no fim das contas achei tão chato! 90 minutos de encheção de linguiça. O filme tem mó cara daqueles filmes pornôs do CineMax, onde lésbicas transam em cima de camelos e tal. E ainda tem uma musiquinha chata toda vida, que toca (sem brincadeira) durante o filme INTEIRO. Barceloooona, Barcelooona ♪ (ouça aqui. ou não, rs)
Algumas cenas se passam em pubs, com poetas, pintores, fotógrafos e artistas. Só gente mala. Não sei se o problema é comigo, mas tenho bloqueio com gente assim. Sem nenhum motivo aparente. Só acho chato, sei lá. Da mesma maneira que todo mundo acha o Raul Gil chato, eu acho poetas, pintores, fotógrafos e artistas chatos.
Não individualmente. Só quando eles se reúnem, e começam a ter ideias. Argh.

Mas e aí? Vale a pena?
Só costumo falar que um filme não vale a pena quando ele é MUITO RUIM MESMO. Vicky Crisitina Barcelona não é assim. Valeu pela experiência. Agora posso dizer que já assisti um filme do Woody Allen. Pretendo assistir outros (principalmente Tudo Pode Dar Certo, porque gostei da sinopse e tal, rs) mas dessa vez nada me empolgou. Nem a Vicky, nem a Cristina. Talvez Barcelona. Lugar bonito!

Você vai gostar se...
Se curte filmes mais cabeça, com uma boa fotografia e tudo mais. Se você curte histórias complexas sobre o amor, e relacionamentos complicados, também vai gostar! Não tem muito drama. É mais... aflição, sei lá.

Em uma palavra: Overrated?

21/05/2011

Pizza-Delivery: links da semana #11

Links de download de todos os filmes que a gente postou aqui durante a semana. Vale lembrar que o blog não ganha nada por isso. Estamos apenas compartilhando links que já estão disponíveis na internet. Não nos responsabilizamos pelos downloads feitos pelos leitores e pelas maneiras como os filmes serão utilizados. Também não é nosso papel repôr links quebrados.

Pizza-Delivery rola aos sábado aqui no blog. Não precisa mais correr atrás.
A gente entrega na sua casa!
La Belle PersonneLink
Water for Elephants → Em cartaz nos cinemas desde 29 de Abril
Yip ManLink
Pleasantville → Link em 5 partes: 1, 2, 3, 4, 5.
How to Lose a Guy in 10 DaysLink
TekkenLink 
Limitless → Link

Limitless

Sem Limites
Ano: 2011
Com quem? Bradley Cooper (Se Beber, Não Case!), Abbie Cornish (Sucker Punch – Mundo Surreal), Robert De Niro (Machete), Andrew Howard (Doce Vingança), Anna Friel (Pushing Daisies), Johnny Whitworth (Gamer) e Tomas Arana (The Roommate).


É sobre o quê?
Eddie é um escritor, (ex) alcoólatra e (ex) viciado que tem uma vida abaixo do medíocre. Logo após de ser dispensado pela namorada, Eddie acaba “conhecendo” uma nova droga ilegal – de circulação secreta chamada NZT – que lhe dá uma capacidade cerebral inimaginável. Com seus neurônios trabalhando em total potência, Eddie começa a viver sem qualquer limite e, como toda droga, há o vicio e os prejuízos.

Eu gostei de:
Do Eddie, um perdedor nato! O filme retrata bem como alguém pode ser um completo ninguém. Há aquela construção no personagem que nos faz gostar dele, óbvio ele é o mocinho do filme, em Limitless isso torna nossa visão mais livre. Não há aquela importância em o que Eddie vai fazer ou deixar de fazer, nós apenas queremos que ele faça.

Outra coisa legal é a fotografia panorâmica. Imagino como seria assistir toda essa amplitude na tela em 3D, ou melhor, em iMAX. Às vezes o uso dessa fotografia é abusivo, mas também viciante aos olhos. É como assistir um filme via Google Earth street view.

Eu não curti:
Da queda do desempenho do roteiro. O filme prende tanto nossa atenção, a gente vai curtindo tanto, que do nada o ritmo caí. Um tapa na cara da diversão. Mesmo que o roteiro não seja o melhor dos filmes do gênero ação, chega à uma hora em que o filme decepciona por ficar chato. Porém, isso acaba rápido e tudo fica ótimo novamente. Yay!   

"Você se sente constantemente irrealizado na vida, trabalho e em seus relacionamentos? (...)"
Vale a pena?
Sem dúvidas! O filme pode até envolver os clichês de um blockbuster, mas isso é bem leve. Digamos que Eddie é um super-herói vida real não-super-herói. Não existe exatamente o que fazer, uma trama obvia que terá que ser desenvolvida ou uma grande missão para salvar o mundo. O legal do filme é acompanhá-lo na visão de um zé-ninguém fazendo de tudo para conquistar tudo que sempre sonhou, sem limites e a todo custo para manter-se lá.

Você vai gostar se:
Gosta de histórias de losers que tentam se dar bem na vida e acabam estragando tudo. Ou se gostar de se divertir com o Google Earth ao som de The Black Keys. Se você for um pseudo-escritor como eu, que vive de pijamas escutando em um loop eterno 'Brothers', certeza que esse filme irá para sua lista de favoritos.

Em uma palavra: NZT!

Tekken

Tekken
Ano: 2010
Com quem? Jon Foo (The Protector), Kelly Overton (O Chamado 2), Cary-Hiroyuki Tagawa (Pearl Harbor), Ian Anthony  Dale (The Event).

É sobre o que?
É baseado no jogo de playstation que eu joguei minha infância toda!
No ano de 2039, não há mais governos e os territórios são comandados por corporações. A Tekken Corporation é a responsável pela América do Norte. O líder da corporação é o Heihachi (o chefão do jogo) e ele promove o Iron Fist Tournament, no qual o vencedor fica rico e famoso e tal.
O protagonista é o Jin Kazama. Ele é do povão, é pobre e faz uns crimezinhos para sobreviver, quando o povo da Tekken causa a morte de sua mãe (Jun Kazama), Jin decide entrar no torneio para se vingar.

Eu gostei de:
Ver os cosplays dos personagens, que ficaram bons até. No filme você vê o Eddie, o Bryan Fury, o Raven, o Law, a Nina, a Anna (<3), o Kazyua, a Christie e mais uns aí. São poucos, na verdade. Algumas cenas de luta são legais também.

Eu não curti:
O enredo é bem fraco e sem graça. As atuações igualmente, então eu pensei "pelo menos as lutas devem ser boas". Mas não! A direção e edição nos momentos de batalha deixaram a desejar, de maneira que nada ficou emocionante. NADA! rs. Além disso eu não vi cena de luta da Anna no torneio (minha preferida), não sei se eu cochilei na hora, ou simplesmente não teve... fiquei desapontado. Além disso tem coisas no filme que não condizem com o jogo etc.

Mas e aí? Vale a pena?
Não! hahaha. Eu gosto de Tekken, mas mesmo se nem conhece o jogo, também não gostaria. Muito tedioso e nada prende a gente aos personagens. To nem aí pro Jin, para a morte da sua mãe, para o povo de Tekken, pra ninguém. Boring boring boring. Se tem um filme sobre um jogo de luta, em que as lutas não valem à pena, QUE MERDA, né?

Você vai gostar se...
É apaixonado por adaptações (sejam lá quais forem) de jogos para o cinema. Mas aviso que esta é uma das mais fracas que eu já vi. É pior que as de Mortal Kombat e Street Fighter... (to falando sério). Então você decide se quer passar pela irritação de assistir Tekken.

Em uma frase: Adaptação de game de luta TEM QUE TER BOAS CENAS DE LUTA.

20/05/2011

How To Lose a Guy in 10 Days

Como Perder Um Homem em 10 Dias
Ano: 2003
Com quem? Kate Hudson (Noivas em Guerra) e Matthew McConaughey (Jovens, Loucos e Rebeldes).

É sobre o que?
Como Perder Um Homem em 10 Dias é um filme que todo mundo já viu que conta a história de Andie Anderson, uma jovem linda loira e magra que trabalha para uma revista feminina. Em sua coluna, Andie dá dicas bobinhas para as leitoras: Como perder peso sem sofrer, como tirar mancha de vinho da roupa e tudo mais. Então, com a esperança de um dia poder escrever sobre política (UAU), Andie aceita um desafio de sua editora chefe: Como perder um homem em 10 dias? Andie tem que conhecer um cara e, durante 10 dias, ser a mulher mais chata, inconveniente e irritante do mundo, fazendo o cara desistir dela antes do prazo. Assim, as leitoras de sua coluna saberiam o que NÃO fazer quando conhecessem um cara legal. Boa idea, né? Mas a vítima de Andia acaba sendo Ben Barry, um publicitário que garante ao seu chefe que consegue fazer qualquer mulher se apaixonar por ele em 10 dias. Enquanto Andie quer afastar Ben, Ben quer conquistar Andie. ~Pura trapalhada~

Eu gostei de:
QUÍMICA, MINHA GENTE! Costumo falar (sempre) que para uma comédia romântica ser boa de verdade, ela deve te fazer torcer pelo casal principal. Você deve se importar com aqueles dois como se fossem seus amigos de infância! E foi assim que eu me senti o filme inteiro. Nunca gostei nem odiei a Kate Hudson, mas nesse filme ela está uma gracinha, rs. Cumprindo sua missão de perder o homem dentro do prazo, ela consegue ser adorável e insuportável ao mesmo tempo. Uma fofa.
Além da história boa, e dos atores bons, esse foi o primeiro filme (e único, até agora) que eu assisti com o Vinnie, aqui do blog :D
Ele sabia que eu nunca tinha assistido, comprou o DVD pra mim e me deu de presente quando fui pra Campinas na semana passada! Mais fofo que a Kate.

Eu não curti:
A falta de lógica em algumas partes. Durante o filme eu me peguei um pouquinho irritado, mandando a Andie desistir logo da sua matéria e ficar feliz com o Ben! Ok, ela tinha seus objetivos. Mas ela esperava MESMO poder escrever sobre política numa revista sobre comportamento feminino? Além disso, POLÍTICA? Really? A personagem não passa em momento algum a imagem de garota mala que quer falar de política, então isso tudo acabou não convencendo. Bom filme, mas com alguns buracos na história.

Mas e aí? Vale a pena?
Como eu sempre falo, comédia romântica não tá aí pra mudar a vida de ninguém. Não é um filmããão, mas é bem divertido! Ótimo pra assistir com amigos e dar algumas risadas. O romance entre Ben e Andie é uma gracinha, e os dois passam momentos bem fofos juntos. Destaque para as cenas na casa dos pais do Ben. As melhores, sem dúvida.

Você vai gostar se...
Curte filme de mulherzinha. Se você é desses que adora uma comédia romântica cheia de stuações que você pode aplicar na sua vida amorosa mais tarde (sou desses, rs) você vai amar Como Perder Um Homem em 10 Dias. Eu devo ter sido o último ser humano no mundo a assistir mas, ainda assim, é um filme legalzinho pro fim de semana.

Em uma frase: Publicitários na vida real não são tão ricos como os filmes fazem parecer que eles são.

19/05/2011

Pleasantville

Pleasantville - A Vida em Preto e Branco
Ano: 1998
Com quem? Tobey Maguire (Homem Aranha), Reese Witherspoon (Água Para Elefantes), Jeff Daniels (Paper Man), Joan Allen (Diário de uma Paixão) e William H. Macy (Jurassic Park III).

É sobre o que?
Jennifer e David são irmãos muito diferentes. Ela é bem biscate, tem a vida sexual ativa e anda com a galera rebelde da escola. Ele é um puta loser, sem amigos, sem namorada, e completamente viciado em um seriado de TV em preto e branco chamado Pleasantville. Esse seriado se passa nos anos 50, e mostra uma cidade perfeita e agradável, onde tudo segue a mesma rotina sempre. As esposas cozinham, os maridos chegam do trabalho às 18h, os filhos tiram boas notas, ninguém mente, ninguém se machuca, ninguém faz sexo ou vai ao banheiro. BORING.
Então, graças a um ~controle remoto mágico~ David e Jennifer são mandados pra dentro de Pleasantville, e lá ensinam os moradores a saírem da rotina, conhecerem o mundo e deixarem a vida colorida.

Eu gostei de:
TUDO rs. Apesar dessa coisa de controle remoto mágico ser meio Zoando na TV, o filme é foda demais. A história vai te prendendo de uma forma incrível, e você vai querer acompanhar cada detalhe da transformação da cidade em preto e branco. A ideia do filme é bem diferente, e nos mostra direitinho essa ideia de "cidade perfeita". Em Pleasantville os bombeiros não apagam incêndios. Eles só salvam gatos presos em árvores, afinal lá nada pega fogo. Em Pleasantville os jogadores de basquete nunca erram a cesta, e todo mundo só come cheeseburguer com Cherry Coke. A história está cheia de sacadas assim. Não tem como não gostar.

Eu não curti:
Achei complicado encontrar um ponto fraco nesse filme. Vou spoilar o fim desse post e dizer que dei 5 pizzas pra ele porque achei foda MESMO. Aquele tipo de filme que não deixa margem pra ódio ou comentários malas. Então, se ainda assim eu tiver que falar alguma coisa que eu não curti, vou dizer que não curti ter demorado 14 anos pra assistir um filme tão bom!

Mas e aí? Vale a pena?
ASSISTA HOJE. Vale muito a pena! Um filme feito a partir de uma ideia meio idiota se tornou uma história linda, que levou até uma estrelinha de "favorito" no Filmow. É interessante ver como as atitudes humanas vão deixando tudo colorido (aos poucos) em Pleasantville. A história pode ser vista como uma história bobinha, inocente e divertida ou pode ser analisada como uma visão sobre a sociedade conservadora, e como a quebra de paradigmas foi colorindo todo esse conservadorismo. Um filme que agrada quem é cult e quem é normal. Quem assiste filme pra se entreter e quem assiste filme pra mudar de vida. Todo mundo vai amar!

Em uma frase: O American Dream Lifestyle pode ser um pesadelo.

Ip Man

O Grande Mestre
Ano: 2008
Com quem? Donnie Yen (Herói) e vários outros atores chineses que não são muito conhecidos.

É sobre o que?
O filme é baseado na história real de Ip Man, grande mestre de um estilo de kung fu conhecido como Wing Chun (aliás, Ip Man foi o mestre do Bruce Lee! Sim... o ícone do kung fu no cinema!).

Ip Man era um homem rico, que vivia com sua família em um bairro chinês famoso por seus moradores serem grandes apreciadores das artes marciais, na década de 30. Como ele era RHYCO, ele não precisava trabalhar e dedicava todo seu tempo ao kung fu. Devido à guerra entre o Japão e a China, o bairro foi devastado pelo exército japonês e Ip Man ficou na miséria.
A partir disso, vemos os acontecimentos que levam Ip Man a trazer esperança ao povo chinês.

Eu gostei de:
A história em si, já é muito interessante, dado que é baseada em acontecimentos reais. Mas as lutas são sensacionais, sem muita viagem como em outros filmes e nada muito forçado (por comparação). As cenas de luta são estimulantes e bem coreografadas. Toda a questão de lealdade e moral estão como sempre presentes e de um jeito que não fica cansativo, afinal, foi uma puta falta de sacanagem o estrago que os japoneses fizeram por lá.

Eu não curti:
A única coisa que não curti foi a falta de apelo sentimental. Claro que o filme é mais focado nas batalhas e tal. Acho que poderia haver um drama maior, mais lágrimas e mais atuação nesse sentido. Mas isso é porque eu sou viciado em dramas, rs. Também não tem aquela fotografia maravilhosa de Herói ou o Clã das Adagas Voadoras que eu amo. De qualquer forma, o filme não precisaria disso.

Mas e aí? Vale a pena?
Muito! É um filme bem aleatório, mas sei que quando encontrar na tv, vou parar pra ver algumas cenas de luta, por isso vale muuuuito. Pra quem gosta do estilo, eu diria que é um must see. (se quiser, veja aqui uma cena de luta do filme só para pegar clima)

Você vai gostar se...
você gosta de filmes de kung fu, simples assim. Quem gosta (como eu) de O Tigre o Dragão, O Clã das Adagas Voadoras e afins, vai gostar deste também. Ou simplesmente se você curte artes marciais e filmes de luta.

Em uma frase: Dá vontade de sair batendo em todo mundo para defender a honra da nação, rs.


18/05/2011

[Trilha Sonora] Jennifer's Body


Garota Infernal
Ano: 2009

Jennifer's Body, que por aqui recebeu o nome de Garota Infernal (êêê Brasil), é um filme de suspense, meio terror, meio macabro, meio comédia que conta a história de Jennifer, uma líder de torcida popular que se transforma em um demônio comedor de gente, e precisa da ajuda de sua amiga Needy para desvender esse mistério sinistro.

O filme é muito ruim, rs.

Não empolga em nada, e a história inteira é moldada pra explorar os peitos da Megan Fox. Mas a trilha sonora é ÓTIMA, e é por isso que eu vou falar dela aqui. Com um monte das minhas bandas favoritas, as músicas deixam as cenas de "terror" bem mais leves. Só tem música boa. Até mesmo uma original, da Low Shoulder (a banda do Adam Broody no filme) é ótima!

Uma soundtrack 10, para um filme 2.
  1. Kiss With a Fist - Florence + The Machine
  2. New Perspective - Panic! at the Disco
  3. Teenagers - Hayley Williams
  4. New in Towm - Little Boots
  5. Finishing School - Dashboard Confessional
  6. Through The Trees - Low Shoulder
  7. Time - Cute is What We Aim For
  8. I Can See Clearly Now - Screeching Weasel
  9. Chew Me Up & Spit Me Out - Cobra Starship
  10. Toxic Valentine - All Time Low
  11. I'm Not Gonna Teach your Boyfriend How to Dance With You - Black Kids
  12. Death - White Lies
  13. Celestian Crow - The Sword
  14. Little Lover's So Polite - Silver Pickups
  15. Ready For The Floor - Lissy Trullie
Link pra baixar, bem aqui.