3 de mar de 2012

Kill Bill: Vol. 1

Kill Bill: Volume 1
Ano: 2003
Com quem? Uma Thurman (Terapia do Amor), Lucy Liu (As Panteras), Vivica A. Fox (Independence Day), Daryl Hannah (Um Amor Para Recordar), David Carradine (Adrenalina 2) e Michael Madsen (Cães de Aluguel).
Diretor: Quentin Tarantino

É sobre o quê?
No dia de seu casamento, a Noiva (Uma Thurman), uma perigosa assassina profissional, é espancada pelos membros do grupo de extermínio de que fazia parte. Bill, o chefe do grupo, atira em sua cabeça, o que a coloca em coma por quatro anos. Ao despertar, ela tem único desejo: vingança.

Eu gostei de:
Tudo que existe no mundo do cinema para se fazer um bom filme está em Kill Bill. É um dos filmes mais legais que eu já assisti. Ou se preferir: É UM DOS FILMES MAIS FODAS DO MUNDO!

Os filmes do Tarantino são conhecidos por seu conteúdo violento, piadinhas aparentemente bobas em momentos tensos e outros elementos que vão do trash ao cult. Na saga da Noiva em busca de vingança, o diretor e roteirista conseguiu reunir uma enorme quantidade de referencias cinematografias e da cultura pop de uma maneira absurdamente genial. É um emaranhado de estilos diferentes costurados em uma obra sensacional. Há cenas dignas de blockbusters explosivos, filmes orientais com espetaculares batalhas de artes marciais, referencias como manga, seriados com Green Hornet e outros elementos que se misturam em uma enorme sopa de letrinhas com sangue. Muito sangue.
Minha cara durante o filme: soo awesome!
A fotografia e a trilha sonora são ecléticas. São cores, edições de ângulo e escolhas tão diferentes que deixam o filme interessante aos olhos. Todos os detalhes das cenas prendem nossa atenção enquanto a história se desenvolve em um vai e vem de acontecimentos fora de ordem. Nossos olhos ficam brilhando de emoção toda vez que alguém é partido em pedaços e o sangue jorra como um chafariz de suco de cereja.

Eu não curti:
Não tenho nada para preencher essa parte, mas como é preciso escrever alguma coisa aqui, vamos seguir com as regras.

Assistir um filme como Kill Bill sabendo que a violência é alta e sem quaisquer escrúpulos nunca é o suficiente quando você dá de cara com a cena em si. Confesso que em alguns momentos fiquei assustado com as cenas, mas tudo é tão legal que a violência passa de assustadora para caricata e muitas vezes engraçada. Não estou reclamando dos excessos do filme, aqui eles foram o ponto alto do primeiro volume.

Vale a pena?
Com toda a certeza! É um filme que trabalha com ótimas atuações uma história completa, com ação, humor, drama, tudo que um bom apreciador de cultura pop gosta. A palavra que define o filme é entretenimento. E da melhor qualidade, apesar de muitas vezes abraçar o trash com tanto amor. O roteiro e os diálogos são inteligentes, as atuações fazem jus aos personagens, a direção é impecável e os outros pequenos detalhes são tão fascinantes quanto.


Tarantino soube explorar muito bem tudo o que ele considera importante no cinema pop. Toda a bagagem cultural do diretor o fez se divertir criando uma obra sensacional que enche os olhos dos espectadores do começo ao filme. Do primeiro volume ao segundo, sem deixar faltar nada em seu desenvolvimento. O roteiro é um dos trabalhos mais impecáveis que já vi em toda minha vida, e saber que a Uma Thurman o escreveu junto com o Tarantino aumenta minha admiração por Kill Bill. Definitivamente mais uma obra de arte para a cultura pop.

Você vai gostar se...
Gosta de piadinhas sarcásticas e mulheres fatais, japoneses com espadas samurais, personagens surtados e loucos. Tudo isso com ótimas atuações, ótimo roteiro e direção e extras que só fazem você querer mais e mais do filme.

Acredito que para quem já assistiu a experiência foi única e fantástica, então se você procura um filme para assistir durante o fim de semana e NUNCA mais vai esquecer, acho que você já encontrou sua opção.

Em uma reação depois do final do volume um: wattt?? K




Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

8 comentários:

  1. Kill Bill é um dos melhores filmes já feitos! rs

    Mas não o considero violento... as lutas e o sangue são tão caricatos e estilizados que não chocam ninguém (imagino eu). Bem diferente de Pulp Fiction que tem momentos mais tensos.

    Só faltou você comentar sobre os personagens mais fodas do cinema: O-Ren Ishii, Elle Driver e, claro, a GOGO com sua bola e corrente ANIMAL. s2s2

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  2. A primeira cena é uma das melhores cenas que já vi em toda minha vida... e uma das mais tensas também.

    Eu vou comentar no Vol. 2 mais tarde. :-D

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  3. HAHAHAHAHAHA ... Sério, Terapia do Amor é o filme mais indigno pra citar da Uma Thurman. Tem GATTACA, Pulp Fiction, Os Miseráveis, Os Produtores, até Batman seria melhor rs

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  4. Curto mais Terapia do Amor. Desculpa sociedade. HAHAHAHAHAHA

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  5. É UM DOS FILMES MAIS FODAS DO MUNDO!+++++++++++++++
    Eu demorei tanto pra assistir achando que seria muito violento, quando assisti fiquei tão encatada que eu assisti de novo, só pra fixar aquela maravilha em meu cerebro *-*

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  6. AMO ESSE FILME!!! ESSE E O PARTE 2!!!
    P. S. perdi a conta de quantas vezes eu apertei aquele botão!

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