8 de mai de 2012

Then She Found Me

Quando Me Apaixono
Ano: 2008
Com quem? Helen Hunt (Do Que as Mulheres Gostam), Colin Firth (Direito de Amar), Matthew Broderick (Curtindo a Vida Adoidado) e Bette Midler (Amigas Para Sempre).
Direção: Helen Hunt

É sobre o quê?
A professora April Epner está passando por uma crise. Com quase 40 anos, ainda não conseguiu realizar seu sonho de engravidar. Seu marido termina o casamento do dia pra noite e nesse momento de fraqueza ela começa a sair com Frank, pai de um aluno seu. E, pra piorar, sua mãe adotiva morre e sua mãe biológica aparece do dia pra noite, prometendo compensar a ausência nos últimos 40 anos, rs.

Eu gostei de:
Já deu pra perceber que esse é o maior filme de tiazona né? Então, vou confessar, eu adoro essas coisas. Gosto desses romances pra mulheres na menopausa, me interesso por essas crises e o clima desse tipo de filme me diverte. Assisti num feriado bem frio, com minha mãe, e acho que filmes assim foram feitos pra isso. Pra serem assistidos no frio. E com a mãe (talvez).

Quando Me Apaixono tem boas atuações. Já cansei de elogiar Colin Firth nesse blog e na vida, mas vou falar bem do moço mais uma vez. Ele consegue ser incrível, tanto em filmes indicados ao Oscar, como em filmes aleatórios tipo esse. Seu personagem aqui é bem problemático e tem uns ataques de estresse meio recorrentes, intercalados com cenas de romance bem fofinhas, bem família. 

sdds domingo de manhã na cama do pai e da mãe
Eu não curti:
O roteiro é meio bagunçadinho. O ex-marido da protagonista April é um personagem confuso, e a gente não sabe se ele é gay, se é galinha, ou se só enjoou do casamento. A mãe biológica da April é até engraçada. A Bette Midler fez um bom trabalho. Mas alguns fatos sobre ela são completamente irrelevantes e não fazem diferença nenhuma pra história. O filme tenta colocar uns twists no meio, umas intrigas fraquinhas só pra movimentar a história, mas ainda assim não funciona.

Faltou drama. Estamos falando de uma mulher que conhece sua mãe biológica depois de QUARENTA ANOS, e ela reage como se tivesse conhecido uma tia distante na fila da farmácia. Tudo na vida de April passa rápido e é superado rápido. Ela não sofre, não se acaba de chorar e usa umas papetes horrorosas o filme inteiro. Veja: 


Mas e aí? Vale a pena?
Você já deve ter percebido que esse post foi uma POUCA VERGONHA e que eu enrolei o tempo todo né? Então, eu não sei se vale a pena. É bom, mas não é ótimo. É ruim, mas não é péssimo. Vale a pena pelo Colin Firth, que está totalmente excelente. Mas, se algum dia você cruzar com esse filme aleatoríssimo na sua vida, não vá assistir com altas expectativas, pfv. É apenas um romance levinho, bem levinho.

Você vai gostar se...
Se gosta de romances sobre mulheres adultas, que não sabem mais o que fazer da vida e estão velhas demais pra correr atrás do prejuízo. Se curte essas polêmicas de mães que dão filhos pra adoção, inseminação artificial e tudo isso que a gente vê no programa do Ratinho etc.

Em um comentário avulso: Helen Hunt tá tão acabadinha




Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

3 comentários:

  1. Eu lembro de ter curtido o filme. E, ah, tem que dar um crédito a mais, né? O filme é da própria Hunt. Ou seja, pra alguém que nunca tinha feito nada do gênero, acho que ficou bom demais! rs

    ResponderExcluir
  2. um dia assisto e tento ignorar essas sandálias horríveis rs

    ResponderExcluir