22/07/2012

Inglourious Basterds

Bastardos Inglórios 
Ano: 2009
Com quem? Brad Pitt (Clube da Luta), Mélanie Laurent (Toda Forma de Amor), Christoph Waltz (Deus da Carnificina), Diane Kruger (Forças Especiais), Daniel Brühl (Edukators), Til Schweiger (Guerra é Guerra!) e August Diehl (Salt).
Diretor: Quentin Tarantino (Pulp Fiction – Tempo de Violência)

É sobre o quê?
Durante a Segunda Guerra, na França ocupada pelo exército alemão, a jovem Shosanna Dreyfus (Mélaine Laurent) testemunha a execução da família pelo coronel nazista Hans Landa (Christoph Waltz), porém, ela consegue escapar e passa a viver sob a identidade de uma proprietária de cinema em Paris. Do outro lado temos o tenente Aldo Raine (Brad Pitt) que organiza um grupo de soldados americano-judeus para exterminar a força nazista, chamados pelo inimigo de Os Bastardos. O grupo recebe das mãos da atriz alemã, e espiã disfarçada, Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger) uma perigosa missão de chegar até os líderes do Terceiro Reich e executá-los.

Eu gostei: Quentin Tarantino é um dos diretores que já deixou sua marca na história do cinema. Eu nem preciso começar a falar o nome dele que todo mundo (ou quase todo) já vai estar ciente da grandiosidade do seu trabalho. Não existe alguém que consiga vender violência e trash-comedy como esse cara. E já que não era suficiente ele brincar com vingança, violência gratuita e outros assuntos que são violentos por si só, o lindo decide por seu jeitinho Tarantino de viver em um dos acontecimentos mais proeminente (horrendos) da história: a ocupação Nazista na Segunda Guerra Mundial.

Tino (para os íntimos do Diretor, tipo eu) fez sua pesquisa e escreveu o roteiro de um dos melhores filmes de todos os tempos, e possivelmente, o melhor de sua carreira. Eu sei disso e ele também. Todos que o amam também sabem disso. E mesmo que por gosto pessoal não achem essa megaprodução a melhor, tem que admitir que é a mais impecável em produção e execução. A visão do diretor sobre seus falsos eventos é tão forte e bem pronunciada durante o roteiro que até o mais absurdo acontecimento nos aparenta verídico, como que retirado de um livro de história para vestibular. Obviamente que ele não poderia deixar essa sensação coexistir por muito tempo com todas as cenas de violência explicita, então tem bastante de humor entre as falas, muito sarcasmo e TRASHISMO da MELHOR QUALIDADE.

YOU BETCHA LIKE THIS SONAFABTCHE
Se não fosse suficiente uma ótima direção geral, direção de fotografia, de efeitos especiais, trilha sonora, roteiro e todas essas coisas que a Academia leva em consideração na hora de premiar o melhor filme, todo o elenco parece apresentar seu melhor desempenho. Brad Pitt está no seu melhor papel, Mélanie Laurent nunca esteve mais linda, Christoph Waltz rouba a cena com seu cinismo e sua vilania natural e o todo o restante do elenco é esplendoroso. Não poderiam ter feito um melhor casting como fizeram em Bastardos Inglórios. Cada ator se encaixa em seu papel como tivessem nascido para isso.

Eu não curti:
Não há nada que não tenha curtido no filme. Estou até considerando meu amor pelo filme maior que meu amor por Kill Bill, mas ainda não decidi qual meu favorito porque não completei toda a filmografia do Tarantino.

Com todas as
teorias de conexão entre os personagens, eu imagino que o filme favorito seja diferente para cada fã, mas como já disse esse é o meu favorito (até agora) e não tenho nada para reclamar. Às vezes me senti mal em algumas cenas, mas isso é porque sou fraco demais quando o assunto é facas etc. 


Mélanie Laurent sendo linda e me julgado por ser medroso e chorão em cenas que envolvem facas rs
Vale a pena?
Sem dúvidas. O roteiro é uma das coisas mais geniais que já assisti (e li enquanto trabalhava em uma livraria rs) que consegue deixar qualquer um animado em matar. Nunca me senti tão realizado com um filme de guerra igual me senti com Bastardos Inglórios. Um dia ainda dou um abraço de panda no Tarantino por ter feito mais uma obra de arte para minha lista de favoritos. E, claro, que em todo o elenco e equipe que fez parte do longa-metragem, já que a meu ver produziu essa perfeição sangrenta e épica.

Você vai gostar se...
Adora uma boa cena de violência, com tiros e piadinhas sarcásticas. Você vai se animar tanto que vai mudar a frase da sua bio para “Adoro matar... nazis”.


Como ainda estou fazoca do filme, vou tentar escrever um paragrafo sério sobre o porquê vocês vão gostar:

“Tarantino consegue expressar toda sua linguagem construída em anos de trabalho em Bastardos Inglórios. Seu melhor roteiro, até o momento, mostra sua genialidade em construir novos heróis fictícios e acontecimentos intensos e criativos que prendem a atenção do espectador do inicio ao fim. Sem qualquer sombra de dúvidas, o visionário diretor conhecido por sua quedinha por cenas violentas, conseguiu dar um novo olhar para qualquer um que tenha lido um livro de história na vida.” #CríticoDeCinema #JozéWilker

Em uma palavra que não foi usada insignificantemente pelo diretor: MASTERPIECE




Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

7 comentários:

  1. UUUL THAT'S A BINGO!

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  2. o melhor! fico triste por todos os que ainda não assistiram essa maravilha cinematográfica. XD

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  3. Adoro Tarantino. Esse filme acho genial, mas, ainda prefiro a ousadia, narrativa, de Pulp Fiction ou o choque de Cães de Aluguel.

    Porém, somente Tarantino teria coragem de matar quem ele mata nesse filme.

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  4. é meu filme favorito, muito bem feito, sem mais

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  5. pfvr *eu lendo o "paragrafo sério" do Kabe com a voz do José Wilker mentalmente*

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  6. um dos meus filmes favoritos, apenas isso ♥

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