• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

31 de mai de 2012

Todo mundo adora uma lista #14: Eles não tem talento, mas tem dinheiro!

A lista dessa semana está toda trabalhada na amargura. To listando ALGUNS dos VÁRIOS  atores ruins da atualidade, aqueles que nós não conseguimos entender como estão faturando milhões por seus ‘’talentos’’. Aqueles que só estão ai na mídia por serem bonitinhos (ou namorado alguma diva pop). Nem vou perder tempo citando Nicolas Cage, Kristen Stewart (que eu não tenho nada contra, só pra constar, rs ), Adam Sandler e outros atores que a galera tem birrinha, ok? Portanto vamos poupa-los nos comentários. Quem mais vocês acham ruim? :D



Respondam com sinceridade, vocês conseguem achar alguma graça nesse cara? Pelo menos pra mim, a única emoção que esse ai consegue me passar, é raiva! Tudo nele me irrita! Esse cabelo, essa sobrancelha, essa cara de retardado.. VALEI-ME JEOVÁ! O que seria de Russel Brand se não tivesse sido namorado de Katy Perry? Além de ruim, o cara não é nem um pouco humilde, tem o carisma de um tijolo, e eu sou a favor do boicote a tudo que ele faz! Quem ta comigo? :)


Gente, coitada dessa ai! Vai morrer sendo a Carrie de ‘Sex and the City’, e ela até teria potencial para o contrário, caso não fosse tão ruim fazendo outra coisa. Vocês assistiram ‘Noite de Ano Novo’? Gente, o que era aquilo? HAHAHAHA, dava a impressão que ela tava com preguiça de atuar. E aquele outro filme que ela faz com o Hugh Grant, ‘Cadê os Morgan’? Vocês viram? HAHA, isso é falta de porrada na cara, ela ganha muito bem para pelo menos ter a decência de tentar convencer o mundo! Ta na hora da Saradjéssica  acordar, né?



Ryan começou fazendo filminhos teen, onde ok, não exigiam um primor de atuação e tudo mais, só que ai ele foi ficando famoso, foi ficando conhecido e o mínimo que ele poderia fazer, era tomar vergonha nesse rosto levemente estrábico e virar um ATOR, certo? Pois é, só que assim como a nossa amiga ali de cima, parece que ele tem preguiça de atuar, é impressionante! Ele não tem expressão nenhuma, ta sempre com essa cara de: ‘E ai gatinha, vamos tomar um drink no meu apê?’, e isso me irrita. Eu até dou um desconto, pois eu adoro ‘Horror em Amityville’, mas olha... a coisa ta ficando feia pro lado do dele!



Tudo que eu sinto por essa menina, pode ser resumido em duas letras: DÓ! É lamentável que ela esteja passeando por Hollywood. Tantos atores talentosos e desconhecidos tentando seus 15 minutos de fama, e essa daí já ‘atuou’ ao lado de Hugh Grant, Drew Barrymore, Jennifer Aniston. A menina não tem expressão, tem a voz feia e não tem carisma algum. Ela serviria perfeitamente para trabalhar em algum Bob’s da vida, saca? Onde aqueles robôs ficam nos lotando de perguntas treinadas previamente à exaustão: ‘Boa tarde senhor, vai querer o combo da promoção, senhor?’ Imagina ela com um bonezinho e uma redinha no cabelo, essa voz robótica e esse semblante de prateleira. *BOOM*. Sai fora Haley, nem pensar, você eu passo!



Ashton Kutcher é um ator ruim, isso é mais do que fato! O problema (?) é que, convenhamos, o cara é espertinho até demais e muito carismático, ele sabe como conquistar o público. Seus filmes são legaizinhos (exceto ‘Efeito Borboleta’ que é fodaaa!), ele é simpático e bem gente boa. Ele não chega a ser um ator ODIÁVEL. Eu até queria descer o verbo no @aplusk, mas não sei, pra mim, ele é apenas um ator ruim, que faz filmes que agradam as massas. É válido, né? rs



Megan é a prova viva de que ser goxxxxxxtosa é essencial nos dias de hoje. O que um par de olhos azuis, corpão bonito, cara de tarada, e peitos grandes não fazem, né? Pra que ter talento, se você tem bunda boa, não é verdade? E olha, vamos ser sinceros, ta certa ela! Se eu fosse gostoso, eu estaria tentando carreira de modelo, ator, DJ e personalidade da mídia, sem dúvida alguma, rs. Mas enfim, não quero perder a chance de falar mal dessa coisa linda. Vocês viram aquele filme dela chamado ‘Passion Play’? NÃO? Gente, só pra atiçar vocês, ela faz o papel de uma mulher que tem ~~ asas ~~ e sofre por trabalhar num circo! A atuação dela é ótima (só que não). Não percam, é hilário! rs



Esse é do mesmo time da Megan Fox, se ele não fosse gostoso, ainda estaria tirando a roupa, fazendo a alegria da terceira idade para ganhar uns trocados. Tão até fazendo um filme sobre ‘’a vida dele’’, sabiam? Pois é, chama ‘Magic Mike’, mas enfim...  A sorte dele, é que ele é bonito e bombado, e isso pelo menos no que diz respeito à mulherada e a comunidade LGBT (rs), disfarça um pouco a falta de talento. Assim como o Ashton Kutcher, ele faz uns filmes legais e a galera acaba indo com a cara dele, e é isso, a galera não odeia, mas não idolatra. Talvez um dia ele melhore, ou não, vamos esperar pra ver.  Channing, pra ser um bom ator, ainda tem que comer muito arroz e feijão (ou muito Whey Protein, sei lá...).



Katie Holmes vai morrer sendo conhecida por apenas duas coisas: Dawson’s Creek e Tom Cruise. Sei lá, ela é um ser super sem sal, né? Ta sempre com a mesma cara de songa monga (mesmo tendo um rosto super bonitinho), e o mesmo tom de voz baixiiiiiiinho. Não sei, da impressão que em uma roda de conversa, ela é aquela que não tem assunto, só fica dando sorrisinho forçado e risadinha sem graça...  e quando vai falar alguma coisa, ninguém presta atenção.  A mulher não emplaca, ela não é boa o suficiente para cativar, seus filmes não fazem sucesso, seus fãs (?) são o mesmo da era ‘Dawson’s Creek’ e é daí pra baixo. Ai, desculpa gente, mas não conheço ninguém que seja fã dela! Sei lá, Katie Holmes não faz a diferença. Katie Holmes nasceu pra ser dona de casa e eu to com dó dela, tadinha :(



Dá até pra confundir esse ai com o Channing Tatum. Os dois são da mesma fornada. Loiro, alto, bombado, inexpressivo, cara de quem praticava bullyng nos tempos de high school e qualquer coisa que possa descrever o que é o ‘macho moderno’. A diferença entre os dois, é que enquanto o CT tem cara de gente boa, esse tem cara de mala. É muita Creatina e pouco cérebro, saca? Acho que nem tem muito o que falar dele, mas já to até prevendo.. vai fazer personagens bad guys até não aguentar mais e um belo dia vai sumir da mídia. Uns anos depois aparece no ‘Dancing With The Stars’ ou em algum reality show aleatório, vai se meter em algumas confusões, perder a carteira de motorista por dirigir bêbado e é isso, ninguém mais vai lembrar. Vamos torcer para eu estar errado, né? Ou não, sei lá...



Ai gente, não sei! Ou eu sou muito chato, ou o mundo está ficando cada vez mais sem noção na hora de ‘criar uma estrela’. Miley Cyrus não é uma das piores atrizes, desde que ela esteja fazendo algo que não necessite muita carga emocional, tipo Hannah Montana. Porém, quando precisa de pelo menos um pouquinho de emoção e empatia, ela não consegue! Falta carisma, falta dedicação! Ela é muito mundana para criar algum tipo de vinculo com o espectador. Tipo em ‘A Última Música’, o filme é emocionante sim, mas não por causa dela, e sim por que a história em si é triste,  né? Enfim, Miley ainda tem muuuuuuuito o que aprender, viu? A Escola de Atores  do Wolf Maya ta ai, sua linda!


Sobre o Autor:
Victor Victor. Assisto de tudo desde que não tenha animais falantes. Encaro o cinema como arte quando é necessário e fico com os olhos brilhando ao ver o caos, a gritaria e a barulheira de uma cidade grande sendo destruída na telona. [Perfil completo]

30 de mai de 2012

Jeux d’enfants

Love Me If You Dare / Amor ou Consequência
Ano: 2003
Com quem? Marion Cotillard (A Origem / Contágio / Meia-noite em Paris) e Guillaume Canet (Apenas Uma Noite).
Diretor: Yann Samuell 

É sobre o quê? 
Julie e Sophie são amigos de infância que mantêm um doentio jogo desde que se conheceram pela primeira vez: quem estiver com a lata em formato de carrossel tem o direito de desafiar o outro a qualquer consequência. E como nada nunca dá certo, o jogo acaba saindo do controle e eles se veem presos entre seus sentimentos verdadeiros e o prazer do desafio de causar dor. 

Eu gostei de: 
Como esse filme é insanamente comovente. E de uma maneira bem diferente dos dramas que a gente costuma assistir. “Jeux d’enfants” já começa com uma postura de comédia, todo brincalhão com cenas agitadas e aquela narrativa “sapeca” de filmes como O Pequeno Nicolau ou do seriado Pushing Daisies. Como quem não quer nada, sem muita pretensão (aparentemente), a trama vai se desenvolvendo freneticamente e os personagens vão crescendo à força por causa do jogo e, quando você menos espera, já conhece tudo sobre os dois e até imagina o que vai acontecer com eles no futuro. Acontece aquela ligação esquisita de “conheço esse personagem de algum lugar e já amo”. 

Não existe tempo para respirar entre as cenas, os desafios, as declarações e os problemas dos dois. Isso só não foi ruim porque deixou o filme mais intenso. Todo o roteiro segue a linha trem desgovernado cheio de metáforas estranhas e cenas que parecem não estarem completas. Você se encanta com essa história de amor diferente que parece ter alguma coisa diferente e misteriosa, e acaba que assiste todas as cenas sem piscar um segundo. Só quando você quer chorar que se lembra de piscar os olhos. 

Fora a história, eu não pude deixar de amar com toda paixão a atuação da Marion Cotillard (que todos idolatram). Sempre soube que ela era uma boa atriz, que nunca ia decepcionar em nenhum papel e blah blah blah, mas não entendia porque ela era tão incrível. Achava que a magia da moça estava no olhar “envenenei sua bebida, beijos”. Agora eu sei que essa moça consegue transmitir uma tonelada de emoções em menos de quinze minutos da maneira mais cativante possível. Acho que nem se ela sempre fosse vilã nos filmes eu iria odiá-la, ou nem se ela não tivesse passado por essa transformação da L’Oreal paris no filme:

ANTES
DEPOIS
Eu não curti: 
A confusão que o filme deixa em nossa cabeça depois do final. Eu confesso que alguém tinha me contado como acabava e que eu ia chorar muito, então a surpresa da cena foi por água abaixo. Mas nada foi como imaginei, e a ideia que o roteiro vai construindo na nossa cabeça também engana bastante. Quando tudo acaba, você perde toda aquela emoção que o filme apresenta desde o começo. Digamos que eles tentam deixar tudo com uma cara de comédia + draminha para no final jogar toda a complexidade que eles estavam escondendo no inicio. 

Como o filme é o primeiro grande sucesso francês de comédia no mundo fui procurar todo o tipo de informação sobre bilheteria, elenco, filmagens e histórias engraçadas da produção, SOU DESSES. Daí dei de cara com uma entrevista spoilistica que mudou minha visão do filme. [Filtro anti-spoiler] Nessa entrevista com o ator Guillaume Canet que interpreta do Julien e eles falam da relação da doença Narcolepsia com o filme e eu não vi nada disso no filme! Nenhum sinal! Nem no final aparentemente sem noção. POXA, ESTOU SUPER CHATEADO. ME SENTINDO MUITO BURRO. Alguém me explica PRFVR! [/Filtro anti-spoiler]

PRFVR!!!
Vale a pena?
Com certeza. É um dos filmes mais lindos e emocionantes que já assisti. Com ótima direção e atuações incríveis, que não deixa espaço para você pensar em nada além da história contada. É uma ótima opção para quem quer esquecer-se da vida e se divertir assistindo um bom filme. 

Você vai gostar se...
quando criança era impossível de controlar e agora que cresceu continua fazendo besteira e botando toda a culpa no amor. 

Em um joguinho em francês: CAP ou PAS CAP?

#caixinhadodemo


Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

29 de mai de 2012

Jesus Henry Christ

~~~A Origem da Vida~~~
Ano: 2012
Com quem? Toni Collette (Pequena Miss Sunshine), Michael Sheen (Anjos da Noite), Jason Spevack (Amor em Jogo) e Samantha Weinstein (Big Gir).
Direção: Dennis Lee

É sobre o quê?
Henry é uma criança dotada de uma mente privilegiada. Ele tem uma memória absurda, capaz de memorizar textos longos e até livros inteiros apenas olhando para ele. Seu Q.I. é o segundo maior dos Estados Unidos, e sua mãe Patricia (uma mulher ativista e independente) se orgulha de ter criado seu filho sozinha. Quando completa 10 anos, o garoto começa a questionar sobre seu pai, e como sua mãe não diz nada, Henry coleta algumas pistas com seu avô para descobrir quem foi o doador de esperma que engravidou sua mãe.

Eu gostei de:
Esse filme me encantou de cara, quando assisti ao trailer. É um desses feel good movies com uma história interessante, um roteiro cheio de sarcasmo e atores mirins que conquistam a gente. Não sei se foi a presença da Toni Collette, mas em várias cenas eu acabava lembrando de Pequena Miss Sunshine.

Aliás, Collete tá ótima, viu? Ela é boa atuando, e a personagem só ajuda. Patricia teve uma infância sofrida, cresceu numa família de homens, sempre cuidou de tudo sozinha. As cenas de flashback da sua infância são as melhores do filme.

Os personagens são muito cativantes. Quem tem uma quedinha por famílias desajustadas vai se apaixonar de cara. Quero dizer, olha isso:

s2 só trainwreck s2
Cada um tem suas individualidades que fazem a gente se interessar. Ninguém está no filme por acaso. Nenhum personagem merece o selo "QUEM CHAMOU?" rs.

O filme usa muito a fotografia que estamos acostumados a ver em filmes pedantinhos tipo Inquietos, Submarino e o próprio Pequena Miss Sunshine. E eu vou parar de usar esse filme como referência a cada parágrafo, juro. Trilha sonora, elenco, diálogos. Tudo muito bom. Gostei bastante.

Eu não curti: 
O roteiro é bom, mas tem umas cenas muito soltas. Tipo, MUITO. Parece que estão ali só porque o diretor queria enfiar de qualquer jeito e arrumou um pretexto pra isso. Acabei ficando um pouco perdido nas intenções do filme. Rola uma puxadinha pra um lado dramático meio nada a ver, umas justificativas que ninguém queria ver, umas idas e vindas que, sinceramente, não eram necessárias.

Mas como o resto do filme é bom, a gente acaba relevando essas partezinhas. E pra acabar com o baixo-astral nesse post, aqui vai um gif da ruiva maravilhosa morrendo de medo da montanha russa da minhoca no parque do shopping.

/o/
Mas e aí? Vale a pena?
Vale, vale sim :D Infelizmente é o tipo de filme que vai passar despercebido pelo Brasil. Vai direto pras locadoras com esse nome tosquíssimo A ORIGEM DA VIDA, que não dá vontade nenhuma de alugar. Mas eu espero que com esse meu post motivacional você tenha coragem de pegar esse aqui na locadora (ou de baixar mesmo, rs).

Você vai gostar se...
Se gosta de filmes com crianças prodígio, ~dramédias~ familiares e histórias com famílias desajustadas, tipo C.R.A.Z.Y, Trabalho Sujo (ninguém nunca viu esse, pff), City Island, Os Excêntricos Tenenbaums e United States of Tara.. Se gosta de filmes leves e divertidos, com um humor cheio das ironias e personagens que precisam de remédio pra dormir, você vai adoras Jesus Henry Christ.

Em um diálogo bonitinho:

- Why can't you call me "mom". Just once...
- But everyone calls you "Patricia".
- You're not everyone. You're my son.
- And you're my Patricia ^_^. 



Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

28 de mai de 2012

Bel Ami

~O Sedutor~
Ano: 2012
Com quem? Robert Pattinson (Lembranças / Amanhecer), Uma Thurman (Kill Bill), Christina Ricci (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça), Kristin Scott Thomas (A Outra).
Diretor: Declan Donnellan e Nick Ormerod

É sobre o quê?
Georges Duroy acaba de voltar da guerra e vai viver em uma Paris de 1890. Falidaço, ele conhece um editor de jornal que lhe dá uma oportunidade de crescer na vida, escrevendo artigos sobre a guerra. Georges começa então a permear a aristocracia parisiense e, com uma crescente ambição, percebe que as esposas dos homens mais influentes são o caminho para a ascensão social.

Eu gostei de: 
O filme é adaptação de um livro de 1885, mas é claro que eu não li então não posso comentar sobre a eficiência da adaptação para o cinema, ok? rs

Bom, eu curto filmes de época, pela ambientação toda, figurino etc., principalmente quando é mostrado o lado mais podre das coisas. Então isso é um ponto positivo, porque é tudo de encher os olhos (já perceberam que eu to mega enrolando né? É que eu não curti o filme).

Achei o Robert Pattinson bom no papel, é a cara dele um personagem babaca, presunçoso e que se acha o gostosão. Mas nada surpreendente também (preferi ele em Little Ashes). O que salva - e muito - neste filme é o elenco feminino. As personagens são todas ótimas e as atrizes dão um show em todas as vezes que aparecem (e outshineiam geral o protagonista). Dá pra fazer um filme para cada uma delas, rs.

"A Revolucionária de Champs-Élysées"

"A Fofinha Blasé"

<3 "DONA FRÍGIDA" <3

Eu não curti:
Achei tudo tãooo sem gracinha. Primeiro porque a história em si já é meio sem graça. Pouca coisa acontece, exceto pelo Robert Pattinson pegando geral, fazendo cara de desgosto e esfregando um cabelo oleoso na nossa cara. A gente não ri, não chora, não suspira... Com exceção de algumas cenas em que aquelas 3 lindas aparecem e as cenas de pegação, não há nada muito legal pra se ver não.

O "mocinho" do filme é um mala. O cara é um babaca e toda a simpatia que a gente tem por ele nos 10 primeiros minutos perde-se rápido demais. Então, no fim das contas a gente fica vendo um mané que se acha, só fazendo cagada. Sabe quando o protagonista é cuzão (estilo em Pretty Persuasion), mas mesmo assim a gente gosta dele? Não é este o caso.

E vale a pena?
Não.

Não é um filme odiável, mas também não é nada interessante. Dá pra assistir sem ter sono, só que vc não vai ficar se divertindo no processo. Eu não assistiria de novo e nem sugeriria pagar pra ver isso também. To só falando rs.

Você vai gostar se...
Se gosta de filmes de época, de oportunistas, cartolas e gente que faz de tudo pra subir na vida. Ou se vc é fã de Twilight e seu sonho é ver a bunda do Edward, essa é sua chance fia.

Em uma imagem que fala por si só sobre o filme:




Sobre o Autor:
VinnieVinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]

27 de mai de 2012

Conversations with Other Women

Conversations with Other Women
Ano:  2005

Com quem? Helena Bonham Carter (Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street / Clube da Luta), Aaron Eckhart (Obrigado por Fumar).
Diretor: Hans Canosa


É sobre o quê? 
Quando um homem (Aaron Eckhart) e uma mulher (Helena Bonham Carter) flertam durante uma festa de casamento, a tensão sexual que surge entre os dois parece ser espontânea. Enquanto eles saem do evento e vão a um quarto de hotel, a noite transforma-se numa experiência cheia de paixão e remorso.

Eu gostei: 
Da atuação da Helena Bonham Carter e do Aaron Eckhart. No filme só merece ser assistido por causa desses dois, pois se a mesma história fosse contada por outros atores talvez tudo acabasse em um grande desastre. Eles conseguem transmitir cada característica dos personagens com um olhar, uma piscadinha bem sutil ou um sorriso escancarado. Não poderiam ter feito um trabalho melhor.  Eu já amei a história depois dos primeiros quinze minutos e os personagens tornavam-se mais interessantes a cara nova fala. E como eles não calam a boca por um segundo, imagine o quanto o filme é um amor???


Tipo instagram... rs

Outra coisa bem legal é o fato do filme inteiro ser dividido em duas telas com ângulos diferentes das cenas. Isso, pelo menos para mim, deu um ar mega-dramático para toda a história. Também porque nessas duas telas surgem takes que parecem não acontecer na outra, algo como pensamentos ou coisas que os dois queriam dizer mas não dizem, e vários flashbacks que aparecem do nada só para ilustrar os momentos tensos e fofos da história.

E para não dar nenhum spoiler do filme, porque esse é um daqueles que qualquer spoiler pode acabar estragando o climão da história, só tenho que dizer que a fotografia e a trilha sonora são muito boas.  Tudo tão maravilhoso que a vontade é por em replay e assistir várias vezes.

Eu não curti: 
Só não curti ficar confuso em várias cenas. Os ângulos diferentes, os cortes aleatórias e as repetições estão ali para deixar tudo bem mais ~poético~ do que já é. Tudo feito para dar um charminho a mais nessa coisa linda de filme, porém algumas coisas ficam confusas ao passar das cenas. Digamos que o que importar aqui é mais o momento e não aquela coisa de “juntar as pecinhas do quebra-cabeça e completar todas em uma história incrível”.  


Vale a pena?
Tem Heleninha Bonham Carter e você ainda tem a coragem de me perguntar se vale a pena?  Essa mulher não poderia mostrar porque é considera umas das melhores atrizes da nossa época em outro de seus filmes. Ela é sensacional, esplendorosa, inacreditavelmente talentosa, gatinha, fofa, incrível. #fangirlingHARD 

 A GENTE TE AMA MUIIIIIITOOOOOOOOOO 


Você vai gostar se...
Gosta de dramas que envolvem festas de casamento (são os meus favoritos, depois de adolescentes trainwrecks). Se você por acaso gosta de um ótimo roteiro nas mãos de atores sensacionais, vai provavelmente amar “Conversations With Other Women”. E caso nenhum desses fatores sejam suficientes para  assistir o filme...hmmm... que tal se eu disser que a Olivia Wilde está no filme e faz uma participação de 5 minutos como THE BIGGEST B*TCH  na história do cinema?


Em um spoiler musical: não toca no filme, mas explica bem a história... [SPOILER MUSICAL ALERT]
 




Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

26 de mai de 2012

Something Borrowed

~O Noivo da Minha Melhor Amiga~
Ano: 2011
Com quem? Kate Hudson (Como Perder Um Homem em 10 Dias), Ginnifer Goodwin (Ele Não Está tão Afim de Você), John Krasinski (The Office) e Colin Egglesfield (S.W.A.T).
Direção: Luke Greenfield

É sobre o quê?
Rachel é uma advogada bem sucedida que, no dia do seu aniversário de 30, bebe mais do que deve e acaba beijando Dex, o noivo de sua melhor amiga Darcy. Daí pra frente as coisas só pioram, porque Rachel não consegue administrar as suas obrigações como madrinha do casamento dos dois, os ataques de Darcy e sua paixão secreta e impossível por Dex. E esse é o dilema da pobre menina Rachel, rs.

Eu gostei de:
VEJA BEM: não é que essa comédia romântica me surpreendeu? rs
Quando a gente vê a capa dos filmes desse gênero, já dá pra sacar a história inteira. E é óbvio que dessa vez não fui diferente. Quando vi a capa do DVD na locadora fiz uma aposta com uma amiga onde cada um deu um palpite de qual seria o final da história e quem ai ficar com quem. No fim das contas, ninguém ganhou :/// O filme apresenta muitas possibilidades de final, e nenhuma delas estava 100% de acordo com o que eu esperava. E, se tratando de um filme que tem tudo pra ser previsível (a começar por esse título em português horroroso, rs) isso é muito bom.

Kate Hudson decidiu fazer algo diferente. Nesse filme ela não é a mocinha segura de si, tentando mostrar o seu girl power num papel de mulher independente que na verdade sonha o filme inteiro em encontrar um macho, rs. Em Something Borrowed ela é uma QUENGA. Sua personagem é engraçada, grossa, mal-educada, alcoólatra e mercenária. OU SEJE (sic.): Muito amor.


O roteiro, apesar de beeeem pobrinho, tem boas piadas. Os personagens te fazem torcer. Não importa se a favor ou contra, mas de certa forma a história te envolve. Claro que não é nenhum FILMAAAAÇO, mas eu tenho minhas quedas por essas histórias de mulherzinha, então no fim das contas acabei gostando.

Eu não curti:
ENTÃO, a Ginnifer Goodwin não convence nunca né? Nesse filme, basicamente, ela precisava nos convencer de duas coisas:

I. Ela e a Darcy são amigas de infância, fazem tudo juntas, muito amor fluindo ali no meio. Só que são duas personagens tão diferentes que eu não consigo imaginar como elas se aguentaram por tanto tempo. Elas não se comportam como amigas. Parecem estranhas uma pra outra. Ficou bom isso não hein? rs

II. E na parte romance, Ginnifer precisava estar perdidamente apaixonada pelo Dex. E por mais que os dois sejam uma coisa linda de se ver, ô casalzinho sem graça hein? 


Esse filme também tem mil coisas ~criticáveis~. A direção ruim, as frases clichês que (JURO) eu conseguia adivinhar antes de serem ditas, o desfecho fraquinho, etc. Mas não vou ficar aqui sendo mala e enchendo um filme desses, que ninguém espera NADA, de críticas com fundamento. Até porque, tenho. mais. o. que. fazer. rs.

Mas e aí? Vale a pena?
Pra mim valeu porque assisti com minha melhor amiga, comendo pipoca e chocolate, fazendo piada sobre tudo e apostando sobre quem deve terminar com Rachel. Então foi divertido. E também tem o s2 Ethan s2 que é o melhor personagem de toda essa bagaça:

#TeamEthan
Você vai gostar se...
Se gosta de comédias românticas dessas com mais romance do que comédia. Se gosta de livros de mulherzinha, se curtiu filmes com Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, Ele Não Está Tão Afim de Você, Noivas em Guerra, A Verdade Nua e Crua etc.

Em uma observação: Esse Colin Egglesfield não parece o Tom Cruise, gente?




Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

25 de mai de 2012

Redline

Redline
Ano: 2009
Com quem? Takuya Kimura, Yû Aoi e Tadanobu Asano.  
Diretor: Takeshi Koike

É sobre o quê? 
Redline conta a história da maior corrida do universo, que acontece a cada cinco anos e atrai pessoas de diversos planetas na disputa do melhor piloto do universo. A animação segue a aventura do jovem piloto JP, que aceita participar da corrida mesmo após de um grave acidente. 

Eu gostei: 
Dessa animação sensacional! Mas quando eu digo animação eu me refiro aos gráficos do desenho, dos traços, dos efeitos.  Tudo é muito legal. As explosões animação ainda mais com a trilha sonora Techno, as corridas ficam mais emocionantes com todos os efeitos que eles usam, e tudo que uma animação em estilo anime pode ter de melhor “Redline” tem.


A trilha sonora é uma obra-prima a parte. Uma mistura de vídeo game com pop-chiclete absurdamente viciante. É incrível como todas as letras ficam ecoando nas nossas cabeças mesmo depois da cena. Se você juntar com o visual do filme, bem eclético e futurista, é como se colocassem um clipe de um grupo de música j-pop com 34 garotas vestidas em roupas coloridas dirigindo carros turbinados.  



untz untz untz untz untz untz untz untz untz untz untz untz ... oh  yea yea yea yea!

Eu não curti: 
O que “Redline” ganho no visual, perde no roteiro. É uma produção que usa a história como desculpa para mostrar como eles são ~experts~ nos efeitos de animação. Nada leva a história a lugar algum. Nem o romance, nem a trama apocalítica, nem sequer as cenas engraçadas contribuem para o desenvolvimento do roteiro. Senti que o filme foi construído assim: 
“Vamos fazer uma animação com corrida. O protagonista é bonito... hmmm... E tem uma galera feia, e umas minas com roupinhas curtinhas; e tudo explode enquanto eles gritam. Mas daí tem uns alienígenas? Não! Alienígenas repórteres. E tem que ter outro planeta, né? Para mostrarmos que a gente sabe fazer um planeta fodão. Adicionar uns monstros épicos aleatórios seria bom também...”.
Enfim, a história era para ser ação e mais ação e um pouquinho de drama/romance e ação e comédia e no fim é são só explosões e mamilos.


+


Vale a pena?
Apenas se você curtir muito animação, ou anime. Garanto que quanto a isso o filme é um dos melhores que eu já vi. Fico até mal por ter achado todo o resto tão ruim. Então não posso recomendar além desses motivos técnicos, porque em termos de história vocês vão odiar com todo o coração porque eles conseguiram finalizar tudo da maneira mais BOBOCA possível.

Você vai gostar se...
Gosta de animação, carros e animes com micro-saias, micro-tops e muito silicone.

Em uma frase: deixa só eu arrumar meu cabelinho!




Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

Estreias - 25/05/2012



Esse final de semana tem filme pra todo mundo. Tem a ação dos Homens de Preto que estão de volta aos cinemas. Tem Christian Bale vivendo um padre no meio de uma guerra, e a fofa Audrey Tautou num romance francês muito bonitinho. E aí? Vamos ao cinema? rs


Homens de Preto 3
MIB³ - Man in Black 3


Os agentes J e K estão de volta. Nessa nova sequência da franquia Homens de Preto, Will Smith vai fazer uma viagem no tempo para salvar Tomy Lee Jones. O futuro do agente K está em perigo, e agente J precisa reencontrar uma versão mais nova do J pra salvar o futuro. Essas doideras de time travel que vocês já estão acostumados. O filme traz a Nicole Swherbuajklazynger das Pussycat Dolls no elenco, com uma franjinha matadora, e tem também Lady Gaga, Justin Bieber e Tim Burton fazendo participações especiais como aliens. Acho que com participações assim, até quem não é muito fã de MIB vai querer assistir pra ver no que deu. O filme foi todo filmado em 3D, OU SEEEJA: podemos botar esperanças nos efeitos visuais. Ainda mais numa história com tanto extraterrestre, arminhas de laser e viagens no espaço.
Links: Trailer + IMDb + Filmow


Flores do Oriente
The Flowers of War


Esse é um filme histórico sobre o ataque de Ninjang, que foi invadida em 1937 por tropas militares japonesas que abusaram e maltrataram muitas mulheres. E tudo é contado sob o ponto de vista de Christian Bale, um padre americano que presenciou o massacre e usa as paredes da catedral para abrigar garotas e protege-las dos ataques. De cara foi um filme que não me interessou muito, mas depois de assistir ao trailer deu uma vontadezinha. Não sou muito fã de filmes de guerra, mas parece que Flores do Oriente é muito mais que isso. Tem religião, tem feminismo, tem heroísmo, tem polêmica, rs. O filme já está disponível pra download faz um tempo, porque estreou na China no ano passado, bateu recorde de bilheteria por lá, e só chega agora no Brasil. Atrasadinho :/
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A Delicadeza do Amor
La Délicatesse


Das estreias dessa semana, essa é a que mais me deu vontade. PORÉM, nunca que vai vir pra uma cidade pequena como a que eu moro. Tô falando de um filme francês, protagonizado por Audrey Tautou, a Amélie Poulain, rs. Nesse filme Audrey vive uma mulher em crise por causa do falecimento do marido, que decide tomar uma atitude espontânea para se livrar da dor da perda e acaba se apaixonando pelo colega de trabalho, que não é lá tããão bonito. O filme parece ser simples, bonitinho, mega fofo. O trailer me deixou todo "awww", mas pelo jeito vou ter que esperar pra poder assistir :/ Tudo é muito leve e, VEJA BEM, delicado. Tem cara de filme de mulherzinha e ainda assim eu tô doido pra assistir. Faz bem um pouco de amor nessa vida de amargura, rs.
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Sobre o Autor:
VitorVitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]