• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

31 de jul de 2012

Silent Hill

Terror em Silent Hill 
Ano: 2006
Com quem? Radha Mitchell (Melinda e Melinda), Sean Bean (Espelho, Espelho Meu), Laurie Holden (O Nevoeiro) e Jodelle Ferland (Contraponto).
Diretor: Christophe Gans

É sobre o quê? 
Adaptado do jogo de mesmo nome, o filme conta a história de Rose da Silva (Radha Mitchell) uma mulher atormentada com a doença de sua filha Sharon (Jodelle Fernand). Contrariando seu marido, Rose decide levá-la a uma cidade que a garotinha sempre menciona em seus sonhos sonâmbulos. No caminho para encontrá-la Rose atravessa um ponte, que a leva à cidade deserta de Silent Hill. Lá Sharon desaparece, o que leva Rose a procurar desesperadamente por sua filha em todos os cantos da cidade... que é cheia de criaturas demoníacas, espíritos sanguinários e profundos mistérios. Nada demais J

Eu gostei de: 
Sempre fugi de Silent Hill por dois motivos bem simples: na época que o filme estreou eu não era muito fã de criaturas demoníacas e histórias assustadoras; o segundo motivo foi o fato de todos os meus amigos amarem Silent Hill que nem um bebê foca. No Orkut todo mundo participava de comunidades tipo “Já Joguei Silent Hill sem chorar”, “Eu s2 Silent Hill” etc. Nunca fui do tipo que queria assistir um filme que todo mundo já assistiu e amou, sou do contra rs. Mas agora assisto de tudo e chegou a vez dessa belezinha roubar meu coração. 

ME LARGA KPTA!!!

O filme começou bem exagerado, dando expectativas gigantescas logo nas primeiras cenas. É muito mistério até chegar a cidade, onde realmente está a essência da história. Quando tudo começa a ganhar um ritmo bom você se prende nesse universo obscuro e fascinante que rouba nossa atenção a cada sirene soada. Tudo que acontece a diante é épico. Até mesmo o sentimento de estranheza do roteiro e da direção começa a agradar mais quem está assistindo atento. No início é difícil identificar porque o filme é diferente e ao mesmo tempo espetacular ao ponto de te conectar à uma história tão surreal, mas quando você percebe que não está assistindo um filme qualquer e sim uma espécie de “jogo com personagens reais” o nível de amor aumenta. 

Tirando o estilo vídeo game explorado na fotografia e em outros aspectos da produção, existe um trabalho sensacional aplicado nos personagens. Não sei muito bem se foram os atores que deram vida aos personagens ou se os roteiristas, junto ao diretor, fizeram um trabalho espetacular humanizando personagens antes apenas vistos em gráficos quadradinhos (já que o primeiro jogo foi lançando em 1999). Uma coisa eu não tenho dúvida, que os personagens principais da história não decepcionam em nenhum aspecto, dando o título de melhor adaptação de game para o cinema a Silent Hill. 

HOT COP IS HOOOT!

Eu não curti: 
Existe um grande dilema entre quem jogava Silent Hill e quem assistiu ao filme. Tem gente que adorou a adaptação e tem gente que acha um lixo eles terem mudado a história e deixando mais “rasa” e bla bla bla. Eu nunca joguei, só ficava olhando de canto os meus amigos jogarem, meu irmão gritando frustrado com o jogo. Não tenho como comparar e nem quero. Gostei do filme e estou pouco me importante se faz ou não justiça à franquia de jogos. 

Como tudo não poderia ser perfeito, o desenvolvimento de Silent Hill também segue o ritmo de um vídeo game. E sem querer dar spoilers, só posso dizer que muitas partes são chatinhas e não animam tanto quanto outras cenas. O que acontece no filme é exatamente o que acontece em alguns jogos quando você está no meio da fase e aparece uma cena chata de introdução a alguma coisa e tudo que você mais quer fazer é apertar SKIP. Infelizmente você não pode e é obrigado a assistir 5 minutos de enrolação. 


Vale a pena?
Muito. A história é genial e tem as melhores cenas com demônios que eu já vi (não que eu tenha assistido muitos filmes com criaturas demoníacas). Os detalhes do filme são tão fenomenais que o meu arrependimento é não ter assistido em Blu-Ray. 

Outra coisa que o filme ser épico é a atuação da pequena Jodelle Ferland. Quem conhece a atriz sabe que a mina tem um quê para papéis esquisitos e poderosos. Não vejo a hora de ela fazer um novo filme tão assustador quanto Caso 39 e ganhar um Oscar. 


Você vai gostar se...
Já perdeu sua filha em um nevoeiro e decidiu ir matar uns demoniozinhos de maneira casual, assim, só para passar o tempo. Se for fã de vídeo games e filmes de terror, Silent Hill é uma boa sobremesa, mas não chega a ser um prato principal do gênero. Agora é esperar Silent Hill: Revelation 3D e ver se essa história fica mais épica. 

Em uma comparação: é como assistir alguém jogando vídeo game, mas com pessoas de verdade e melhor qualidade gráfica.





Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

30 de jul de 2012

The Best Exotic Marigold Hotel

O Exótico Hotel Marigold
Ano: 2012
Com quem? Judi Dench (007 - Cassino Royale), Bill Nighy (Simplesmente Amor), Tom Wilkinson (O Exorcismo de Emily Rose), Maggie Smith (Harry Potter), Penelope Wilton (Match Point), Ronald Pickup (Príncipe da Pérsia - As Areias do Tempo), Celia Imrie (O Diário de Bridget Jones) e Dev Patel (Quem Quer Ser um Milionário?).
Direção: Josh Madden (Shakespeare Apaixonado)


É sobre o quê?
Um grupo de aposentados britânicos viaja para a Índia com a intenção de passarem seus últimos momentos de vida no luxuoso Marigold Hotel. Quando chegam lá, o hotel não é tão luxuoso quanto parecia nos anúncios na internet. Porém, a viagem reserva para cada um uma experiência de vida marcante.

Eu gostei de: 
O formato do filme me agrada. Sabe essas comédias românticas cheias de personagens com histórias individuais que acabam se ligando de uma forma ou outra? É isso que temos aqui. Várias histórias de vida paralelas hospedadas no mesmo hotel. E como todo mundo ali já tá no fim da vida, a maioria dessas histórias está ligada a uma memória, uma lembrança, uma perda. Então rola meio que um suspensezinho a respeito do que cada um dos personagens passou pra chegar até ali.

Com, basicamente, sete personagens principais, é de se esperar que cada um que assiste ao filme saia escolhendo seus favoritos. E o meu é Graham, personagem do Tom Wilkinson. Sua história de vida é comovente, o que ele busca na Índia é intrigante e eu torci por ele o tempo inteiro. 


A Meggie Smith também tem um lugar no meu coração. Depois de tantos anos amando essa mulher no papel de Professora McGonagall, eu tive a chance de vê-la como uma personagem bem escrotinha, dessas de dar raiva. Achei ótimo, achei versátil rs. E o jeitinho da Judi Dench é bem parecido com o da minha avó, então não faltou amor pra ela.

O roteiro é simples e muito bonito. As cenas de contraste de beleza e pobreza da Índia me deixaram fissurado, e o filme que tem mais de duas horas passou rapidinho. Me fez rir, me fez chorar, mexeu bastante com meus sentidos. História linda essa aí <3

Eu não gostei de:

rs
Não que o filme seja 100% awesome, mas me cativou de certa forma que todos os defeitos nele, eu acabo arranjando um jeitinho de justificar.

Como todo filme com muitos personagens, alguns acabam não tendo a atenção que merecem, como o da 
Celia Imrie. Ela entra e sai sem mostrar sua história, aparece pouco, tem pouca importância e, ainda assim, não acho que mereça um selo QUEM CHAMOU?

O Dev Patel, que é o único do elenco com menos de 60 anos, tem um plot meio fraquinho, um casamento proibido sem motivo, uma mãe sem graça, um romance fraco com uma conclusão tosca etc. Mas, dentro da história do hotel, ele tem a sua importância. E mesmo sendo a mesma coisa em todos os seus papéis, a gente perdoa.
dança da motinha as popozuda perde a linha
Mas e aí? Vale a pena?
Pra mim valeu muito. É um filme cheio de ótimas atuações, paisagens bonitas, romance, velhinhas fofas e lições de vida. O filme teve pouco destaque no Brasil e passou rapidinho pelo cinema. Mas vale a pela alugar/baixar/assistir.

Você vai gostar se...
Se gosta de filmes sobre viagens e experiências que mudam a vida. Se curte romances na terceira idade ou se não perdia um capítulo de Caminho das Índias, haha.

Em uma frase de orkut que é repetida o. filme. inteiro:

Everything will be all right in the end... if it's not all right then it's not the end.


Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

28 de jul de 2012

The Dark Knight Rises

O Cavaleiro das Trevas Ressurge
Ano: 2012
Com quem? Christian Bale (O Grande Truque), Anne Hathaway (Um Dia), Tom Hardy (Guerra é Guerra), Gary Oldman (O Espião que Sabia Demais), Joseph Gordon-Levitt (500 Dias com Ela), Marion Cotillard (Contágio), Michael Caine (A Origem).

Direção: Christopher Nolan (A Origem)

É sobre o quê?
Após assumir a culpa pela morte e os crimes de Harvey Dent (O Duas Caras), Bruce Wayne fica recluso em sua mansão (e Batman desaparece). Oito anos se passam e Gotham parece estar em paz, sem a atuação do crime organizado. Porém, esta paz é ameaçada quando Bane aparece, um terrorista que quer anarquizar e destruir a cidade inteira, o que traz Batman de volta às ruas de Gotham.

Eu gostei de:
Praticamente tudo?? Tá, eu posso estar exagerando, mas este filme é mesmo o que o pessoal tá falando. O negócio é bom mesmo. É lindo ver um roteiro tão bem feito quanto este, nada acontece por acaso no filme, é tudo bem amarrado. E as coisas não param nenhum minuto, são 2 horas e 40 minutos que a gente nem sente passar. 

Acho que este é o Batman da trilogia com mais personagens carismáticos. Temos o Bruce Wayne, a Selina Kyle deliciosa, o Blake que é o policial fofo, a linda da Miranda e até o Bane é divertido! (claro que ele não é nenhum Coringa, né galera?). Honestamente eu nunca me importo com Gotham, e por mim podia tudo morrer aquela porra, só que a sacada de The Dark Knight Rises foi colocar estes personagens que a gente adora + vários coadjuvantes bonzinhos [pfv, Juno Temple no elenco], pra gente realmente se importar com as coisas e não só com "a donzela em perigo" como sempre.

Prova n. 1 - Alfred mais digno que nunca

Prova n. 2 - Blake, fé na humanidade: restored

Prova n. 3 - Tensão sexual lvl 9000

E é ação o tempo todo. Tudo grande, tudo épico e catastrófico (é o Christopher Nolan botando pra fuder haha). Não é algo tipo The Avengers, com pancadaria e muito humor (o que é muito divertido, claro), mas este é um filme sério, assim como foram os anteriores. Então o roteiro tem muito mais conteúdo intercalando entre as cenas de porradas, explosões e perseguições. Tem até uns twists interessantes também, que me surpreenderam rs.

Eu não curti:
Olha, como um todo, não tem muito o que colocar defeito. Mas tem um pequeno aspecto que me deixou #chatiado, rs. E foram os combates corpo-a-corpo. Eu adoro filmes de artes marciais e uma luta bem coreografada. Claro que o Batman e o Bane, dois ogros pesados, não iam proporcionar isso né? O negócio deles foi mais Boxe/UFC.

Mas temos a Selina Kyle mano! Linda, flexível, ágil... e quase todas as porradas dela foram filmadas da cintura pra cima. WTF? Ficou meio chocho, sei lá. Até a - deus que me perdoe - Halle Berry teve umas porradas mais interessantes. Também não curti o fato da Selina Kyle parecer muito girl next door, sabe? Era o ideal para a história, mas eu esperava alguém mais problemática.


E vale a pena?
Vale! E como! Eu assisti o tempo todo desejando que nunca acabasse! Sério, por mim o filme poderia ter pelo menos mais 30 minutos, rs. Tem roteiro sério, interessante, personagens carismáticos e verossímeis + toda aquela marmelada de filmes de herói. Ou seja, só aproveitar.

Você vai gostar se...
Gosta de Batman e se curtiu os outros filmes da trilogia. Este não vai deixar você na mão, é tão bom quanto o anterior. Se curte uma boa ação, ou se simplesmente quer gosta de ver coisa bem feita, tá aí um exemplo. Quem curtiu Inception, vai adorar rever 5 atores do elenco neste filme novamente.

Em um discurso motivacional:





Sobre o Autor:
Vinnie Vinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]

27 de jul de 2012

ATM

Armadilha 
Ano: 2012
Com quem? Josh Peck (Drake & Josh), Alice Eve (Ela é Demais Pra Mim) e Brian Geraghty (Guerra ao Terror). 
Diretor: David Brooks

É sobre o quê? 
Na madrugada depois de uma confraternização, três colegas de trabalho decidem passar em um caixa eletrônico para sacar dinheiro. O que eles não esperavam é que um louco desconhecido de casaco de inverno iria encurralá-los em uma armadilha cruel. 

Eu gostei: 
Da ideia do filme. Quem nunca morreu de medo ao ir a um caixa eletrônico 24h de madrugada? Eu sempre fui medroso com isso, já levei susto com senhoras atrás de mim nos caixas, com gente tentando abrir a porta sem sucesso e outras coisas estranhas que acontecem nos caixas durante a noite. O medo e o desespero de ter que ficar isolado em um local como esses é um dos atributos mais legais do filme. A cada minuto que você percebe que não há escapatória para os três, a emoção se mistura com a ansiedade e vai se transformando naquele arrepiozinho de agonia. 


O mistério que mais envolve no filme é como eles irão escapar de toda situação, mas outra coisa que me intrigou (às vezes mais que o trio principal) é desconhecer as intenções e a identidade do carinha de casaco. Eu gosto de filmes com serial killers, de encurraladas, filmes “descubra quem é o assassino”. Em ATM você não sabe se o desconhecido é um serial killer ou alguém se vingando, não tem ideia se é um amigo deles ou apenas um assaltante psicótico e às vezes parece tudo um mal entendido. Isso prende muito a atenção e não faz você ficar chateadinho na poltrona esperando os créditos finais, você quer mais e mais dessa tortura. 

Eu não curti: 
Nem tudo é um mar de rosas. Nada em ATM é excepcional, é tudo bem feitinho e com poucas cenas de tirar o fôlego. No meu caso, contei duas cenas em que realmente arregalei os olhos e sussurrei “VISH”. 

"Alguém ouviu um vish bem baixinho??"
O roteiro vai se desenvolvendo muito lentamente e as cenas em que os atores deveriam dar um show de atuação são executadas da maneira mais “novela das seis” possível. O protagonista em si não apresenta nenhum carisma ao público, você não quer que ele salve o dia, que ele morra pelos colegas, nada. Você olha para ele e fala “okay, né? Já que vocês estão presos ai eu aguento os três”. 

Minha felicidade foi ver o Josh Peck atuando fora da série Drake & Josh (que eu amo do fundo do meu Y  rs). Ele é um bom ator, mas que nesse filme tem um personagem chato; o típico colega de trabalho mala sem alça que come o seu bis sem pedir. E para compensar dois homens chatos presos em um cubículo de vidro, a atriz Alice Eve tem o melhor desempenho. Ela é a mais “humanizada” dos três; você percebe um quê de verdade nas suas expressões, no seu jeito de falar e nas suas atitudes. Foi a única dos três que conseguiu me fazer pensar em como eu ficaria se estivesse na situação deles. 

Vale a pena?
Acho que vale. Apesar de o filme ser bem medíocre e não elevar nossa expectativa com o ruma da história, eu não rejeitaria uma oportunidade de assistir ATM nos cinemas. Imagino que as cenas, que às vezes parecem mais ceninhas, devam ficar mais impressionantes em tela grande. A tortura psicológica, que às vezes parece mimimi de gente grande, deve se intensificar quando a cara dos atores for enorme e suas expressões assustadas ficarem mais evidentes. Resumindo: o filme é bom, porém não é ótimo. 

Você vai gostar se...
Quando vai ao caixa eletrônico à noite treme mais que vara verde. Ou se já planejou uma “armadilha casual” em um estacionamento vazio. Quem nunca, né? 


Eu assisti ao filme sem saber nada sobre a história, nem sinopse nem trailer, vi o nome Josh Peck e estendi a mão para o alto e disse “WAMONESSA”. Não me arrependi, espero que vocês também não. 

Em uma expectativa: quando vi o título ATM achei que a história era sobre um grupo de arqueólogos que era abduzido por seres intraterrestres que estavam desesperados para destruir a ATMOSFERA do Planeta Terra.




O filme está em cartaz nos cinemas brasileiros, assista ao trailer.


Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

26 de jul de 2012

Todo mundo adora uma lista #22: Casais inesquecíveis.

A lista dessa semana é dedicada aos casais apaixonados do cinema. Cada um com sua maneira de demonstrar, cada um com seu estilo, cada um com a sua forma de amar. Aqui estão alguns dos mais lembrados, qual mais vocês lembram? :D


Eles vivem entre tapas, beijos, ódio, desejo, sonho e ternura.. masss, um casal que se ama, até mesmo na cama, provoca loucuras, não é mesmo? Parece até letra de música, mas isso é o que mais define os dois. Eles nasceram pra ficar juntos, e dá até gosto ver suas frequentes demonstrações de afeto e carinho. Amor demais <3
Uma cena marcante: Clique aqui


Esses dois já são figurinhas carimbadas aqui no ‘Todo mundo adora uma lista’. Eles são lembrados sempre e por motivos diversos. São tantos os motivos para lembranças, que é melhor nem começar a falar muito. Então prefiro nem me aprofundar tanto no assunto, por que não há dúvidas, né? Jack and Rose for the win!
Uma cena marcante: Ai gente, precisa mesmo postar alguma? He He he


O amor mais fofo, puro e inocente já retratado na história do cinema. Os dois não precisam falar nada para compreendermos seus sentimentos. Wall-E e Eve cativam a todos, não tem como não se apegar a eles, ou não torcer por eles. Os dois são lindos, o filme é lindo, tudo é lindo e a realidade é dura e cruel, até os robozinhos arrumam um par, e nós aqui...  tsc tsc tsc..
Uma cena marcante: Clique aqui


Desculpa gente, mas vou jogar sal na lesma e quero ver quem vai me julgar. É um casal que merece estar aqui nessa lista, devido ao número de pessoas que os amam e pessoas que os odeiam. Afinal, não é qualquer um que consegue isso, né não? Independente de serem bons ou ruins, eles sambam na cara de todo mundo fervorosamente! Ricos, bonitos e vão viver para sempre, precisa falar mais? E sim, eu tenho inveja deles! Cadê a estaca de madeira? Me segura que vou dar no meio do peito!
Uma cena marcante: Clique aqui


Eles são a alegria dos casaizinhos novatos, vira e mexe vemos nos Facebook, alguma marcação de foto onde o boy é o Shrek, e a a girl é a Fiona. Esse tipo de cois cansa minha beleza, mas tudo bem.. Apesar de eu detestar esse filme, é mais do que fato que eles são suuuper carismáticos e mexeram com o público.  Um casal incomum  e politicamente incorreto, que merece um lugarzinho nessa lista.
Uma cena marcante: Fiona arremessando a sereia que beijou o Shrek.. (não achei o link pra cena :/ )


É aquele tipo de casal que tem uma falha de comunicação, sempre estão se desentendendo por algo, sempre tem algo perturbando.. chega a irrita um pouco, massssss.. os dois são muito bonitinhos juntos e nos renderam momentos muito legais, inclusive, foram eles que inspiraram aquela música que todo mundo já dançou na escola: ‘to ligado em você, e agora é pra valer, tchu tchu tchuuuuu..’ :D
Uma cena marcante: Clique aqui


Um casal que não combina esteticamente, mas são lindos juntos. Lucy tem seu probleminha de memória, e pra ela, todo dia é o mesmo dia. Henry faz de tudo para não perder a sua amada e todos os dias tenta reconquista-la, como se fosse a primeira vez (não podia perder essa, hehehe). Sei lá, acho que todo mundo, de certa forma, queria um Henry ou uma Lucy em suas vidas, né?
Uma cena marcante: Clique aqui


Olha, nem vem que não tem.. prefiro mil vezes esse casal, do que o da nova versão! Sei lá, eles viviam altas emoções juntos. Mary Jane vivia em enrascadas, sempre correndo perigo, e seu amado estava sempre pronto para ajuda-la. Caramba, uma das cenas mais clássicas do cinema, é deles! To falando daquele beijo de ponta cabeça, na chuva, que todo mundo tem vontade de imitar (pode confessar). Gosto muito, muito, muuuuito. Amor verdadeiro, amor eterno por esses dois :)
Uma cena marcante: Clique aqui


E quem disse que pra amar tem que ser homem e mulher? Jack e Ennis são a prova viva (rs) de que um casal da comunidade LGBT pode figurar entre os mais marcantes do cinema, SIM! O amor entre eles é muito bonito e em nenhum momento é vulgar. Veio de uma forma que nenhum dos dois esperava, e isso conta demaaaaais! Sempre em nossos corações <3
Uma cena marcante: Não tem cenas soltas no Youtube, mas eu acho que a da barraca é mais do que marcante, né? rs


Seguinte gente, acho que a imagem acima já define tudo, portanto, eu vou evitar falar muito. Quem já assistiu ao filme, sabe o por que deles estarem aqui. E quem não assistiu, é um bom motivo para correr e assistir, tipo, AGORA! Um dos casais mais bonitinhos, com toda a certeza <3
Uma cena marcante: Clique aqui <3


Sobre o Autor:
Victor Victor. Assisto de tudo desde que não tenha animais falantes. Encaro o cinema como arte quando é necessário e fico com os olhos brilhando ao ver o caos, a gritaria e a barulheira de uma cidade grande sendo destruída na telona. [Perfil completo]

25 de jul de 2012

Detention


Detention
Ano: 2011 
Com quem? Josh Hutcherson (Jogos Vorazes), Shanley Caswell (fez participações em diversas séries), Dane Cook (Instinto Secreto) e Spencer Locke (Resident Evil 4 – Recomeço). 
Diretor: Joseph Kahn

É sobre o quê? 
Um serial killer chamado Cinderhella stalkea e mata uma das estudantes mais populares do colégio Grizzly Lake. Com o aumento dos ataques um grupo de estudantes se une para sobreviver o terrível assassino mascarado ao mesmo tempo em que estão presos na detenção. 

Eu gostei de: 
Acho que já deixei claro que gosto de filmes completamente bizarros e o quanto mais sem noção melhor. (Checar minha bio no fim do post para entender do que estou falando se você for novo por aqui). Da última vez que postei algo parecido, KABOOM do estranho diretor Gregg Araki, a reação não foi exatamente a que eu esperava. Ninguém curtiu muito o final, as pessoas odiando no Filmow e meus amigos sem acreditar que eu dei 5 pizzas para aquele “lixo de filme”. Agora estou aqui para fazer exatamente a mesma coisa.

rs
Detention é bem similar a KABOOM. Confuso, cheio de cenas aleatórias, extremamente criativo e, aparentemente, sem uma ideia continua. Você não sabe onde o filme vai parar até o último minuto. O diferencial é que em Detention as referencias são mais jovens, mais pops. Twitter, Facebook, Instagram, Lady Gaga, Britney Spears, Hipsters, Blogueiros etc. Tudo que faz parte desse nosso mundinho contemporâneo está inserido no roteiro da melhor maneira possível. 

As atuações carregam muito bem os personagens. Com destaque para o Josh Hutcherson e, a não tão popular, Shanley Caswell. Os dois têm os melhores papéis e, como protagonistas, não decepcionam nas cenas engraçadas  nas sérias (que são poucas). Eles, ao lado dos outros personagens, montam uma confusão de segmentos e aleatoriedades sensacionais. O filme é para quem entende a época em que vivemos em que o quanto mais rápido a informação chega a nós, mais rápido nós queremos. 


O diretor Joseph Kahn é bastante conhecido pelos clipes que dirigiu: Toxic, Stronger, da Britney Spears. Então você já pode imaginar que o cara não é um diretor ‘comum’. As ideias que ele colocou no roteiro são as mais loucas possíveis. E as mais legais. A cada nova descoberta eu ficava “WTF QUE GENIAL” e mais impressionado com a vibe COOL que a produção tem mesmo zuando essa tentativa atual de transformar tudo em algo legal. Até assassinato. 

Eu não curti: 
Por mais que eu tenha adorado o filme do começo ao fim, minha cabeça ficou doendo em algumas partes. É informação demais para acompanhar em pouco tempo, mais epilético que clipe do Kanye West. O que resulta em um cansaço enorme, transformando o filme em uma experiência exaustiva. Eu tive que parar o filme umas duas vezes e voltar para apreciar a cena melhor. Isso não é bom em nenhum filme. 

Vale a pena?
Sim. Você aprende como ser popular, como stalkear, como sobreviver a um ataque de serial killer, como se torna um serial killer, como ser hipster, como odiar um hipster e várias outras coisas. O filme é muito divertido e tem “sacadas” muito boas, desde as influencias de filmes colegiais como O Clube dos Cinco e Mean Girls até os mimimis da vida adolescente. 

Você vai gostar se...
Gosta do Josh Hutcherson, de usar ácido quando está escrevendo uma redação ou se fica na internet por 46 horas seguidas. 


Detention é um filme criativo e envolvente que não para um segundo de surpreender e entreter. Você vai se divertir mais do que vai encontrar lógica. 

Em uma frase: "Um filme inteligentemente burro para gente burra."






Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

24 de jul de 2012

Wanderlust

Wanderlust (ainda não tem nome em português, mas quando sair, provavelmente vai ser uma coisa toscona tipo "Uma Comunidade Pra Lá de Pirada")
Ano: 2012
Com quem? Paul Rudd (Eu Te Amo, Cara), Jennifer Aniston (Quero Matar Meu Chefe), Justin Theroux (Psicopata Americano), Alan Alda (O Aviador) e Malin Akerman (A Proposta).
Direção: David Wain 
(Faça o que Eu Digo, Não Faça o que Eu Faço)

É sobre o quê?

George e Linda são um casal de Nova York, que sonham com a estabilidade financeira, um apartamento próprio e uma vida bem sucedida. Linda tem seu documentário sobre pinguins com câncer de testículo rejeitado pela HBO no mesmo dia em que George perde seu emprego. Desesperados, os dois viajam para Atlanta, onde mora o irmão de George. No meio do caminho acabam encontrando uma comunidade hippie que vive de maneira sustentável e livre, e aquele parece o lugar ideal pra passar o resto da vida. Sem gastos, sem preocupações e em contato com a natureza.

Eu gostei de:
A dupla Paul Rudd + Jennifer Aniston funcionou muito bem. Dos personagens não-regulares de Friends, o Mike sempre foi meu favorito. As caras que o Paul Rudd faz são muito divertidas e me fazem rir pra fora (não é só aquela risadinha interna, sabe? eu meio que gargalhei em algumas cenas). Concordo com quem diz que a Jennifer é a mesma coisa em todos os filmes, mas nesse filme ela funcionou muito bem. E eu vou sempre elogiar a Aniston porque ela é uma linda, não tem jeito <3

APENAS OS FORTES ENTENDERÃO (mentira)
O filme não é o mais engraçadão de todos os tempos, claro. Mas tem piadas muito divertidas, e tiradas irônicas muito boas pra quem curte zoar vegetarianos  (eu, no caso rs). Os personagens que fazem parte da comunidade tem suas individualidades e fazem seus rituais, e tudo é muito cômico, kes.

Eu não curti:
Então, não vou falar demais pra não spoilar o final desse filmão [rs] pra vocês, mas acho que rolou uma vilania forçada no roteiro. O filme estava seguindo um rumo tranquilo, sem nenhum vilão. E, ainda assim, tava ótimo. Daí, perto do final, tentaram forçar uma maldade em um personagem meio nada a ver e DA FUQ? Não precisava disso. Podiam ter arrumado um desfecho melhor, justificativas melhores e um final mais engraçado. Pois é.

Mas e aí? Vale a pena?
Sim, vale. É um bom filme pra ver com os amigos ou com a família. Uma comédia simples que agrada todo mundo, tem seus bons momentos e um elenco bem peculiar. Quer dizer, OLHA ISSO:



PAZ E AMOR POR ESSA GALERINHA
Você vai gostar se...
Se gosta de comédias sobre gente que tem que se acostumar com uma realidade de vida diferente, gente falida, etc. Sabe aquelas cenas engraçadas da Paris Hilton tentando fazer coisas de fazendeiro em Simple Life? É esse o tipo de humor que você vai achar no filme. É bobinho, mas é legal.

Em um guilty pleasure:



hnng


Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]