• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

31 de out de 2012

That's My Boy

Esse é o meu Garoto
Ano: 2012
Com Quem? Adam Sandler (Jack and Jill / Grown Ups) Andy Samberg (Friends with Benefits) Leighton Meester (Monte Carlo / Country Strong) Milo Ventimiglia (Dirty Deeds)

Direção: Sean Anders (Sex Drive)

É sobre o quê?
Após um caso com a professora, Donny Berger (Adam Sandler) de 14 anos é pai e vira uma celebridade por ter realizado a fantasia de muitos punheteiros estudantes. Ao completar 18 o filho de Donny, Han Solo (Andy Samberg), foge de casa e Donny perde contato com o mesmo, mas nas vésperas do casamento de Han ele procura o filho pois está com problemas. 


 Eu gostei de:

Adam por favor segue o conselho do Kabe e faz um hiatus pra ver se reflete e deixa de atuar em/ produzir/escrever tanta merda.

90% do filme

Se no início do filme tivesse aparecido " ESTE FILME É UMA PARÓDIA SOBRE TUDO O QUE TEM DE ERRADO COM A SOCIEDADE E FOI ESCRITA POR UM PUNHETEIRO DE 12 ANOS " eu acho que a minha reação teria sido melhorzinha.  Não vou mentir, soltei umas risadas devido a umas situações que sinceramente eram ridículas demais pra não serem engraçadas, mas pelo amor da santa que porra de filme foi esse?? 
A Leighton estava linda, mas eu achei a personagem muito Blair Waldorf e em alguma parte do filme ela apercebeu-se de algo: 



Eu não curti: 
Eu não tinha esperança alguma com esse filme e mesmo assim foi uma grande merda. O filme todo é aquela fantasia de meia-noite, quando não conseguimos dormir, de um pré-adolescente que tem uma paixoneta pela professora e ele está imaginando o quão badass seria a vida dele se tudo fosse um filme. Então ele cresceu e conheceu um ator em crise existencial (Adam) que aceitou produzir tal fantasia porque ele quer encher salas de cinema todos os anos e BOOOOM deu nessa obra.

Com mais de 198197176367 piadas porcas só umas 5 ou 6 funcionaram. E como não tinham dinheiro pra contratar strippers decentes, ficamos com isso aqui:



O Adam Sandler como sempre fez aquela voz irritante com aquela cara de ovo podre, tentando ser comediante, mas falhando. Ou seja roteiro pobre e atuações muito ruins. A estupidez desse filme é o equivalente a cortar o cabelo porque ouviu dizer que o Justin Bieber tem câncer. 

E o pior de tudo é que são 1h53 min de duração. Tanto tempo pra pouca comédia e muita estupidez. 

Mas e aí? Vale a pena?
Não. Não vá ao cinema, não compra DVD, não perde tempo baixando e veja apenas se todos os canais de TV fizerem greve e for proibido sair de casa e você precisa ver algo na televisão. Aí sim, junta uma turma e conversem durante o filme. Pode ser que o tempo passe mais rápido. 

Você vai gostar se...
É um idiota ou tem 12 anos e gosta de comédias sem sentido. É fã de Adam Sandler e sempre adorou todos os filmes dele. Não consigo pensar em outra pessoa que possa gostar disso.

Em uma conclusão:




Sobre o Autor:
Ally
Ally. Vejo de tudo, da comédia mais cheesy ao drama mais fucked up. Explosões deixam-me com arrepios e adoro ver mortes violentas na tela. Psicopatas fascinam-me. Acredito veemente que ver filmes sozinha é melhor. [Perfil completo]

30 de out de 2012

Muita Calma Nessa Hora.

Muita Calma Nessa Hora
Ano: 2010
Com quem? Andreia Horta (Alice), Débora Lamm (Cilada.com), Fernanda Souza (Chiquitasssss), Gianni Albertoni (só fez trabalho ruim, a quenga) e mais um monte de atores de stand up comedy, sitcom da Globo e Zorra Total.
Direção: Felipe Joffily (E aí, Comeu?)

É sobre o quê?
As amigas Aninha, Mari e Tita decidem fazer uma viagem pra Búzios, pois cada uma tem um problema pessoal pra esquecer e nada melhor do que praia, surf e muita azaração pra fazer os problemas sumirem, RISOS. Na estrada elas encontram Estrella, uma menina hippie que procura uma carona até Búzios, onde vai tentar encontrar seu pai. Na viagem, as quatro se tornam amigas e conhecem muita gente ~pirada~ na cidade.

Eu gostei de:
TÁ DIFÍCIL HEIN, RS. Sinceramente eu não sei onde eu tava com a cabeça quando decidi que esse ia ser meu filme de domingo passado. Ele é curtinho (uma hora e meia) e como eu tava querendo um filme que não me obrigasse a PENSAR, acabou sendo esse aí mesmo.

No meio de tanta coisa tosca, consegui gostar disso:

¯\_(ツ)_/¯
Estrella é uma personagem com uma trama totalmente desinteressante, mas suas piadas sobre levitação, natureza, cosmos etc, jogadas sempre fora do contexto me fizeram rir um pouco. Ponto pra Estrella :D

Eu não curti:
SOCORRO QUE FILME RUIM. Mas é tão ruim que eu nem sei por onde começar. É ruim no geral, e em partes separadas. Tudo é muito muito ruim.

O trio de protagonistas é irritante e não convence. Esse tipo de mulher de vinte e poucos anos que ainda se comporta feito adolescente e pra afirmar pro mundo que ainda são jovens chamam umas às outras de "amiga", tipo: AMIGA, OLHA QUE GATINHO VINDO LÁ.

ESSA VAI PRO FACE kkkkk
Cada uma tem seu drama individual e eu caguei pro drama de todas. Principalmente daquela que sofre porque.. atenção.. ESQUECERAM O ANIVERSÁRIO DELA. *boom* no roteiro horroroso, rs.

Durante o filme, vários personagens vão aparecendo. Mas não de um jeito legal como nesses road movies que a gente tá acostumado a ver. É tudo muito aleatório, como se o diretor de elenco tivesse pensado: "Hm, pra isso fazer sucesso, vamos chamar o pessoal do Zorra das Antigas + Marcelo Adnet + Hermes e Renato + Sérgio Malando"

Fórmula do sucesso, só que não.

Em termos técnicos é tudo bem mediano. A arte visual do filme parece ter sido criada por uma garota de 13 anos que acabou de descobrir o Photoscape. 

Essas bordinhas, sos.
A trilha sonora é mal montada e tem uma música do Jota Quest a. cada. cinco. minutos. RESUMINDO: O filme é um combo de atuações fracas, roteiro desinteressante, twists aleatórios e direção ruim. Não assisto de novo nem me pagando porque, olha, foi uma hora e meia de sofrimento, rs.

Mas e aí, vale a pena?
Óbvio que não, rs. Passa longe, pega outro, dá um jeito. Mas não perde seu tempo vendo isso não porque não vale a pena MESMO. É um filme bobo, feito para um público irritante e em nada me agradou.

Você vai gostar se...
Se ainda tem saco pra aguentar Marcelo Adnet imitando Paulista, se seu senso de humor te fazia rir de Hermes e Renato e se você começa suas frases com "ãin, amiga". Pode rolar uma identificação e tal.

Em um merchan absurdo e desesperado:




Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

29 de out de 2012

Excision

Excision
Ano: 2012
Com quem? AnnaLynne McCord (90210), Traci Lords (Pagando Bem, Que Mal Tem?), Ariel Winter (Modern Family) e Roger Bart (O Albergue 2). 

Diretor: Richard Bates Jr (Esse é o seu primeiro filme)

É sobre o quê?
Pauline (AnnaLyne McCord) é uma garota estranha, rejeitada pela mãe e humilhada no colégio. Sua vida é confusa e seus pensamentos rondam um mundo sombrio e solitário. Em uma tentativa de ganhar o afeto de sua mãe, a aspirante à estudante de medicina, decide realizar suas mórbidas fantasias. 

Eu gostei de: 
Vocês já devem estar cansados de tantas resenhas de filmes bons, né? Okay. Ninguém cansa de filme bom, mas acho que estamos precisando de uma resenha bem chata para quebrar o clima. Ainda mais quando eu fui correndo assistir um filme com uma vontade de me surpreender e acabei morrendo de raiva da péssima qualidade de Excision. 

Antes de começar a reclamar, só posso dizer que gostei das alucinações de segundos da Pauline. Curto sangue e mina sexy, esquisitice, cena sem o menor sentido, todas as coisas eu curto bastante. Excision tem isso, toda hora, e é a única coisa que salva o filme. Elas são tão legais que eu preferiria assistir uma compilação desses relapsos do que a história em si, que é bem chata. 

Chateada e nebulizada. 
Eu não curti: 
Por mais que a duração do filme seja de 1 hora e 20 minutos, você se cansa antes mesmo dos primeiros 30 minutos. É longo em cenas desnecessárias, os diálogos são sempre os mesmos e nada te anima ou te surpreende. Acho até que as alucinações que a protagonista tem atrapalham bastante, já que todo o resto é incrivelmente sem graça. 

O que me incomodou mais do que o péssimo roteiro foi o elenco ser tão aleatório. Não me entendam errado, acho cada atriz/ator que está no filme são bons no que fazem (exceto neste caso). Por exemplo, Jeremy Sumpter, John Walters, Malcolm McDowell e Matthew Gray Gubler fazem participações horrendas. Eles não se encaixam nos perfis dos personagens em nenhum sentido! Isso até parece irônico e proposital, mas eu ainda desconfio que eles são apenas amigos do diretor. Além do mais AnnaLynne McCord, que faz o papel de Naomi Y em 90210, não convence como esquisitona-carrie-moderninha.


Vale a pena?
Nahhh! Eu não recomendo, mas quem sou eu para lutar com o amor dos usuários do Imdb que estão dando 6 estrelas no site? 6 estrelas lá é tipo amar o filme com todo o coração, já que a galera é bem chatinha rígida com as avaliações. Se você acha que vai curtir algo mal escrito, mal interpretado e esquisito, a ponto de deixar o filme chato, então vá em frente. 

Você vai gostar se...
Gosta de “Carrie, A Estranha”, sangue feito com glicose de milho, tripas de massinha e o novo comercial da Lady Gaga.
GAGA. LADY GAGA. FAME.

Em um gif que explica minha vontade de assistir Excision depois dos 5 minutos iniciais:



Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

28 de out de 2012

Revolutionary Road

Revolutionary Road
Ano: 2008
Com quem? Kate Winslet (O Leitor e Bilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças) e Leonardo DiCaprio (A Origem e J. Edgar)
Direção: Sam Mendes (Coisas que perdemos pelo caminho e Beleza Americana)

É sobre o quê? 
Frank e April sempre se consideraram especiais e prontos para levar uma vida seguindo ideais. Ao se mudarem para uma casa na Revolutionary Road eles ficam orgulhosos por declarar independência da inércia suburbana que os rodeava. Porém, logo eles percebem que estão se tornando justamente aquilo que não queriam ser. Decidida a mudar a situação, April propõe que comecem tudo de novo, deixando de lado o conforto da atual casa e recomeçando em Paris. Só que, para executar este plano, eles chegam aos seus extremos.

Eu gostei de: 
Do casal! Eles parecem uma versão madura de Jack & Rose, como se fosse a continuidade do Titanic se a Rose não tivesse sido tão espaçosa. Nos momentos necessários eles demonstram ser um casal extremamente feliz e apaixonado, ao mesmo tempo em que oscilam, e logo parecem duas pessoas que se detestam. É muito bom ver esses dois atuando de novo juntos, mais velhos.

Ps. Cara!!! Essa mulher é inacreditável mesmo, o Vinnie avisou. Em uma cena ela vai de eufórica para depressiva para esposa conformada.


Titanic Feelings

Também teve o roteiro. A história é uma coisa muito próxima da nossa realidade, aquilo que, se a gente não viu nossos pais passarem, corre o risco de passar um dia, e os diálogos e situações mostram muito bem isso. Não tem nada de absurdo e é exatamente essa a beleza do filme, pode acontecer com qualquer um, e acontece com a maioria das pessoas.


Bitch, please

Eu não curti:
Na verdade, gostaria de poder dizer que nada. Masssss! A primeira meia hora do filme é bem parada, tem gente que pode não curtir. Acontece que eu gostei, porque achei necessária pra nos mostrar como a vida deles era monótona e como o casamento tava quase arruinado. Então isso fica a critério de vocês. 

E vale a pena?
Claro! Tem dois tipos de drama: os que fazem a gente chorar e os que fazem a gente pensar. E Revolutionary Road (FOI APENAS UM SONHO em português) é o segundo tipo, porque nos faz olhar para dentro das nossas vidas. Fora que, se já aconteceu na sua vida, você vai ter aquela profunda sensação de "tamo junto".

Tamo junto

Você vai gostar se...
Gosta de dramas familiares como Tarde Demais e Gente como A Gente, quer ver o que seria de Jack & Rose se eles tivessem chegado à América, gosta de fotografias simples e bonitas, quer ver o DiCaprio com cara de quarentão sofrido.


Em uma fala:
"Our whole existence here is based on this great premise that we're special. That we're superior to the whole thing. But we're not. We're just like everyone else! We bought into the same, ridiculous delusion." 


(Nossa existência inteira aqui é baseada nessa grande premissa de que somos especiais. De que somos superiores a tudo isso. Mas não somos. Nós somos apenas como todo mundo! Nós compramos a mesma ilusão ridícula.)




Sobre o Autor:
Eugenia Eugenia Adoradora de filmes com personagens perturbados, sou maníaca por animações esquisitas e até pelo dedão do Tim Burton. Assisto qualquer coisa, nem que seja pra falar mal depois hehe. Às vezes falo umas coisas sem sentido, mas sou gente do bem, prometo.[Perfil completo]

27 de out de 2012

Magic Mike

Magic Mike
Ano: 2012
Com quem? Channing Tatum (Anjos da Lei), Alex Pettyfer (O Preço do Amanhã), Matthew McConaughey (Como Perder um Homem em 10 Dias), Cody Horn (O Primeiro Amor), Joe Manganiello (True Blood), Matt Bomer (White Collar).

Direção: Steven Soderbergh (Contágio / Haywire).

É sobre o quê?
Adam é um rapaz de 19 anos que largou a faculdade, foi morar com a irmã mais velha e não tem noção do que quer fazer da vida. Um dia ele conhece Mike, um cara que além de fazer móveis e consertar telhados, trabalha como stripper durante à noite. Cansado de andar duro por aí o tempo todo, Adam se interessa pela profissão de Mike... um trabalho que promete dinheiro fácil e mulheres mais fáceis ainda, rs.



Eu gostei de: 
É um filme divertido! Em nenhum outro lugar você encontrar um bando de astros de Hollywood rebolando de fio dental e se esfregando em velhas gordas. É muita vergonha alheia e é engraçado por isso.

kkkkkkkkkkkk

Os diálogos parecem muito naturais e os personagens bem reais. Por incrível que pareça, a menina MALA do filme (a irmã do stripper novato), foi a personagem mais legal da história... (e ela nem tira a roupa!).

pfv, sendo difícil porque meu pai tá me assistindo

Mas, definitivamente as apresentações dos strippers são o ponto forte de Magic Mike (além de toda  essa sausage fest, que é diferente do que vemos por aí). Aliás, o Channing Tatum dançando foi a coisa mais legal, pq os outros caras tão ali só pra fazer volume mesmo. Sério, todo mundo que viu Step Up sabe que ele é muito ninja!


 fuck you Channing Tatum

Eu não curti:
Obviamente não é um filme pra se levar a sério, pois tem muita gente sarada e besuntada de óleo para isso. Porém, pela história, parece até que tentam fazer algo mais maduro, pra gente refletir em casa... mas não rola... Sabe por que? Porque não tem nada interessante nesta história! :) ...

É tudo muito superficial, várias coisas são apenas sugeridas e no fim das contas a gente não conhece ninguém, não entende direito as motivações de nenhum personagem... e só sabe que o Mike adora fazer móveis de madeira. E o pior é que são quase 2 horas de duração! Por ser sobre strippers, achei que iriam rolar umas coisas mais pesadas, tensas e tal, mas sério... até Skins é mais hardcore que Magic Mike. (sdds Bruna Surfistinha).

E vale a pena?
Claro que não! É bem sem graça a maior parte do tempo. Os shows dos caras são divertidos, mas só isso também. Só vale pra matar a curiosidade de ver tipo: o Alcide e o cara do White Collar requebrando na cara das senhoras... Este filme é tipo aquela pessoa bonita que se acha inteligente... e que você quer pegar, mas morre de preguiça de conversar...

Você vai gostar se...
Gosta de homens sarados e não tem dinheiro pra ir num ~Clube das Mulheres~. Se você pretende levar sua carreira de gogo-boy para o próximo nível. Se você é safada(o) mesmo e adora uma sacanagem. Ou se você simplesmente precisa de um incentivo pra levantar do sofá e começar a malhar.

Em um risco que você pode correr:





Sobre o Autor:
VinnieVinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]


26 de out de 2012

Boys Don't Cry


Boys Don't Cry
Ano: 1999
Com quem? Hilary Swank (Conviction)Chloë Sevigny (Melinda and Melinda) e Peter Sarsgaard (Lanterna Verde). 

Direção: Kimberly Pierce (Stop-Loss - A Lei da Guerra)

É sobre o quê? 
Baseado em uma história real, Teena Brandon (Hilary Swank) nasceu mulher, mas mais tarde percebe que tem Crise de Identidade Sexual, então decide assumir uma identidade masculina. Tornando-se Brandon, ela sai de sua cidade natal e vai para um lugar onde ninguém o conhece, e passa a fazer parte de um novo grupo de amigos. Acaba se apaixonando por Lana (Evan Rachel Wood Chloë Sevigny), os dois se envolvem, e isso desperta o ciúmes de seu ex-namorado. É aí que sua verdadeira identidade fica ameaçada e, quando revelada, gera um dos piores crimes de ódio dos EUA na década de 90. 

Eu gostei de: 
Acima de tudo, da atuação da Hilary Swank (não é à toa que a fia ganhou um Oscar né?). Ela simplesmente destrói no papel. Tem algumas cenas que eu cheguei a acreditar que ela era um cara. Eu acho que ela já tem uma expressão com alguns traços mais masculinizados, e soube usar isso a seu favor, o que contribuiu muito pra ficar com uma cara de jovem rapaz de 19 anos com rosto de bebê. (Assim, ela como mulher tem um rosto meio masculino, mas como homem tem um rosto meio feminino, dá pra entender? Tipo aquelas pessoas andrógenas, sei lá, pra mim faz sentido)

Hum, pra esquerda ou pra direita?

E também a diretora soube bem como nos fazer acreditar que tudo vai dar certo, mesmo a gente tendo nossas dúvidas. Ela conduz tudo de um jeito que a gente entende tão bem o que se passa com a/o protagonista, que no final tá torcendo por ela/ele.

Além disso, mesmo sendo chocante, o fato de ter acontecido de verdade deixa o filme muito mais revoltante, porque a gente se comove com a história de Brandon Teena. Eu, pelo menos, acho isso um ponto positivo. 

Eu não curti:
O filme já começa com ele (ai gente, COMO CHAMAR? É ele né?) nessa situação, então não sabemos muito da história anterior do personagem. É só aquilo que tá ali na nossa frente, parece que Brandon não tem passado. E isso incomoda, porque, por mais que a gente goste dele, fica difícil se apaixonar completamente.

"I'm an asshole"

E vale a pena?
Muito! Principalmente por ter sido realidade, é aquele filme que nos faz pensar depois, que muda alguma coisa na gente. E, ao mesmo tempo que deixa a gente revoltado, em certos momentos nos dá esperanças, nos faz acreditar que ainda tem pessoas com bom coração no mundo #emo #caiofernandoabreu #tatibernardi

Você vai gostar se...
Gosta de dramas, gosta de sofrer, não tem preconceitos, não se incomoda em ver cenas explícitas, gosta de histórias baseadas em fatos reais, quer ver a bundinha da Hilary Swank.

Em uma foto:
Brandon e Lana de verdade



Sobre o Autor:
Eugenia Eugenia Adoradora de filmes com personagens perturbados, sou maníaca por animações esquisitas e até pelo dedão do Tim Burton. Assisto qualquer coisa, nem que seja pra falar mal depois hehe. Às vezes falo umas coisas sem sentido, mas sou gente do bem, prometo.[Perfil completo]

24 de out de 2012

The Perks of Being a Wallflower

As Vantagens de Ser Invisível
Ano: 2012
Com quem? Logan Lerman (Percy Jackson / Os 3 Mosqueteiros), Ezra Miller (Precisamos Falar Sobre Kevin), Emma Watson (Harry Potter), Paul Rudd (Our Idiot Brother), Nina Dobrev (The Vampire Diaries), Johnny Simmons (Scott Pilgrim vs The World).

Direção: Stephen Chbosky (roteirista de RENT)

É sobre o quê?
Charlie é um garoto muito introvertido, gosta de ler, escrever e não tem nenhum amigo. Quando entra para o colegial, não consegue se enturmar com ninguém e é constantemente zoado pelos seus veteranos. Um dia ele conhece Patrick e Sam, que são veteranos e bem descolados. Aos poucos os dois criam um vínculo com Charlie, fazendo-o se sentir finalmente como parte de um grupo.

Eu gostei de: 
Ahm... TUDO?

Eu já tava com altas expectativas para este filme, principalmente por causa do elenco, não vou negar. E posso dizer que foi bem além do que eu esperava. Eu não li o livro, mas como o autor do livro também é o diretor e o roteirista do filme, imagino que seja bem fiel à obra original.

A história se passa no começo dos anos 90. Ainda bem, porque é um filme de colegiais sem twitter, e celulares... no qual fitas cassetes não são coisas de gente hipster e pedante. Eu gostei de como é mostrado o relacionamento entre as pessoas e como parece tudo bem verdadeiro, mesmo dentro daquele típico estereótipo High School.

Pra lista de "Clássicos do Futuro"

Os personagens são todos muito carismáticos e a simpatia é imediata. E eles não são nada superficiais, até os coadjuvantes parecem ter uma história não contada por trás. O elenco dá um show, principalmente o trio principal. Logan Lerman está fantástico e foi a primeira vez que eu o vi acting his ass off. Já o Ezra Miller sempre foi foda, né? (até esqueci meu ódio por ele pelo seu papel como Kevin, que me assombra até hoje). E a Emma Watson tá uma linda. Todos eles têm muita química juntos.

<3

O roteiro tem momentos dramáticos, românticos, engraçados (várias risadas) e tem até um certo suspense... não vou falar muito para não estragar, mas no momento que o filme acaba estamos completamente satisfeitos. A trilha sonora é bem digna também.

Eu não curti:
Não quero parecer groupie nem nada, mas ainda não consegui achar defeitos na trama. Claro que poderia ter mais coisas, mais explicações, desfechos etc. Só que não é exatamente necessário, o filme tem a duração certa (1h 40min).

Só festa minha gente!

E vale a pena?
DEMAIS. CORRE PRA VER!

É um filme sobre colegiais, mas não é nada bobo e infantil. Rola temas típicos como bullying, homossexualidade, primeiro amor... porém também rolam temas mais adultos e mais sérios. Achei tudo bem verossímil e a gente pode se identificar com muita coisa. Chorei e também dei risada... adoro quando isso acontece.

Você vai gostar se...
Gosta de filmes de High School (mas um pouco mais maduros). Se curte esta história do menino estranho que não consegue se enturmar. Se você já se apoiou em amizades para poder conseguir se sentir melhor com a vida. Se você curte filmes como Juno, Scott Pilgrim, ou a série Skins... com certeza vai gostar disso aqui.

Em uma frase que eu vou levar pra vida: "We accept the love we think we deserve".





Sobre o Autor:
VinnieVinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]


22 de out de 2012

On The Road

Na Estrada
Ano: 2012
Com quem? Kristen Stewart (Speak / Amanhecer), Garrett Hedlund (Country Strong), Sam Riley (Control), Kirsten Dunst (Melancholia), Amy Adams (Leap Year), Viggo Mortensen (O Senhor dos Anéis).

Direção: Walter Salles (Diários de Motocicleta).


É sobre o quê?
A vida do jovem escritor Sal Paradise (Sam Riley) muda completamente após conhecer Dean Moriarty (Garrett), um ex-prisioneiro de moral flexível e de charme devastador. Dean é fascinado pela obsessão de Sal pela escrita e este pela liberdade de Dean. Acompanhamos a vida dos 2 na estrada cheia de personagens marcantes. 

 Eu gostei de:
Que porra magnífica de filme é esse?? Lindo e perfeito. #getyourshittogether



As atuações estavam todas incríveis. Eu nunca tinha ouvido sequer falar do Sam (desinformada), mas ele fez um trabalho incrível. O Garrett foi o charme e a tentação em pessoa. E teve gente que apesar de não aparecerem tanto, deixaram marcas para ninguém apagar de maravilhosos que estavam. A Amy Adams é um exemplo, minha gente eu não reconheci.


A melhor parte do filme é a direção. A câmera captou a essência de tudo. Os momentos mais simples, as paisagens mais lindas, os gestos mais significantes, olhares e sentimentos. Tudo. Eu já vi muita opinião por aí e algo que todo mundo concorda é que a direção do Walter Salles foi perfeita.

Mas vocês não querem saber disso. Vocês querem é saber como é que a Kristen estava, pra poderem dar uma xingada gostosa neh?
Eu gosto queriaelanaminhacama da Kristen, mas em algumas partes do filme parecia que ela ficava ofuscada pelas actuações do Garrett e do Sam. Alto aí, eu disse em algumas partes. Teve uma cena que  eu adorei, e sei que se muitos deixarem o preconceito de lado também vão amar, ela deixou de ser a Kristen por completo. Nesse momento eu vi a Marylou.



Eu não curti: 
Olha eu adorei o filme. Houve apenas uma cena que eu não gostei, mas sei que essa era a ideia. De passar um certo nojo mesmo. Não posso falar porque é Spoiler, mas acreditem vocês chegam lá e já dizem: aaaaaah era isso aqui.

Mas e aí? Vale a pena? 
Acho que nem precisa perguntar. Claro que vale a pena! É um filme obrigatório para todo mundo (menos as crianças e os de mente pura). O filme é obrigatório. O livro é obrigatório. Pegar a mochila e sair por aí sem rumo é obrigatório. Tudo no filme é obrigatório! menos orgias

Você vai gostar se...
Gostou do filme Diários de Motocicleta do Walter Salles, de filmes inspiradores e de aventura. Se você quer saber mais sobre aquilo que foi a Beat Generation. Se gosta de Jazz. Quer ver o Garrett nu e le boobs da Kristen safada/o.


Em um sorriso pra calar a boca de todo mundo:



Porque ela estava linda mesmo U.U



Sobre o Autor:
Ally Ally. Vejo de tudo, da comédia mais cheesy ao drama mais fucked up. Explosões deixam-me com arrepios e adoro ver mortes violentas na tela. Psicopatas fascinam-me. Acredito veemente que ver filmes sozinha é melhor. [Perfil completo]