• Cloud Atlas: Uma viagem pela história da humanidade.

  • Gangster Squad: Emma e Ryan sendo uns lindos.

  • Les Misérables: ♫ But the tigers come at niiiight ♫

30/01/2013

House at The End of The Street

A Última Casa da Rua
Ano: 2012
Com quem? Jennifer Lawrence (O Lado Bom Da Vida), Max Thietriot (Jumper), Elisabeth Shue ( Mistérios da Carne) e Gil Bellows (Um Sonho De Liberdade). 
Diretor: Mark Tonderai (Hush)

É sobre o quê? 
Elissa (Jennifer Lawrence) se muda com sua mãe (Elisabeth Shue) para uma nova cidade e descobre que a casa vizinha foi a cena de um terrível assassinato. Curiosa com a história, ela acaba fazendo amizade com o único sobrevivente do massacre (Max Thieriot). 

Eu gostei de: 
Esse ano, assim como ano passado, todo mundo só vem falando de Jennifer Lawrence. Seu talento como atriz, sua beleza, seu carisma, sua personalidade maluca que fala sem pensar e tudo mais. Ela realmente merece toda essa atenção e nós do blog amamos muito essa coisa linda! E como se é de esperar ela está ótima em um filme mediano. Praticamente carrega o filme nas costas enquanto corre em situações clichês que geram sustinhos bobos. 

Sendo sexy correndo assustada
Sendo gata brincando de pique-esconde
Sendo sensual fazendo flexões
Gostei até da história, que uma hora ou outra conseguiu animar e me enganar a pensar que o filme poderia sair do medíocre. Há várias situações que são salvas pela gritaria e correria, pela Jennifer Lawrence e pelos truques de câmera, mas fora isso não posso apontar outra coisa que tenha gostado. Talvez a trilha sonora ou a fotografia... Sei lá. Acho que seria melhor ter assistido a um filme ruim do que um filme tão sem sal como esse. 

Eu não curti: 
Clichês. Clichês em todo canto! A cada cena de tensão você já sabe o que vai acontecer e o filme segue assim até o final. Algumas coisas diferentes vão acontecendo e deixam a história mais interessante, porém não chegam a deixa tudo INCRÍVEL E SENSACIONAL. É como se alguém tivesse feito um bolo ruim e tivesse colocado muita cobertura de chocolate e mm’s em cima só para disfarçar o sabor sem graça do bolo. #MetáforasComComida

Vale a pena?
Se você não estiver fazendo nada melhor como, por exemplo, seguir as nossas dicas para acompanhar o Oscar 2013 com os detalhes mais legais, então vale. Eu não me arrependo (tanto) de ter assistido porque a Jenniferzinha Lawrence é sempre uma coisa linda de se assistir; até a Turma do Didi eu estou assistindo se ela aparecer. 

Você vai gostar se...
Gosta de mistérios fáceis de se resolver, personagens clichês de cidadezinha de interior, protagonistas lindas que brilham glamour gritando por ajuda e gente descabelada. 

Em mais uma foto: sendo linda até stalkeando o mino.

(Assista ao trailer de A Última Casa da Rua)

Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

27/01/2013

Cloud Atlas

A Viagem
Ano: 2012
Com quem? Tom Hanks (Tão Forte e Tão Perto), Halle Berry (Frankie & Alice), Jim Broadbent (Moulin Rouge), Hugo Weaving (Matrix / Capitão América), Jim Sturgess (Um Dia / Across the Universe), Doona Bae (O Hospedeiro), Ben Whishaw (007 - Operação Skyfall), Keith David (Crash - No Limite), Susan Sarandon (Thelma & Louise) e Hugh Grant (O Diário de Bridget Jones), UFA!
Direção: Tom Tykwer (Corra, Lola, Corra), Andy Wachowski e Lana Wachowski (Trilogia Matrix).

É sobre o quê?

Difícil colocar Cloud Atlas numa sinopse dessas que estou acostumado a escrever pro blog. Podemos dizer que o filme mostra como os atos de um indivíduo tem relação com o passado e o futuro, a partir de histórias que, apesar de acontecerem em épocas distantes, estão conectadas de certa forma.

Eu gostei de:
Hm, TUDO??? Sinceramente, ainda estou colocando as ideias em ordem pra poder dizer o que me fascinou em "A Viagem". O que eu imaginei que, pra começo de conversa, seria um filme espírita (sdds Roupa Nova), acabou sendo um filme sobre a humanidade no geral. Sobre como o tempo passa e nada muda. O ser humano sempre foi o mesmo em sua essência, e o filme mostra isso usando ~artimanhas~ muito interessantes.

Começando pelo elenco gigantesco que, a partir de uma maquiagem digna de Oscar, é "reciclado" o filme todo, para que o mesmo ator possa estar em núcleos diferentes. Uns vêem isso como uma relação com a reencarnação mas, na minha opinião, a ideia do filme vai muito além dessa coisa de "mesmo espírito num corpo diferente". 

Isso de ter um milhão de personagens tornou o filme meio "confuso" para alguns, mas eu acredito que qualquer um que tenha entendido um Simplesmente Amor da vida, é capaz de entender Cloud Atlas. Na primeira meia hora é complicado de captar a história de todo mundo, mas pra quem quer sacar um filme inteiro em dez minutos, recomendo: comédias românticas.

O filme é longo. São três horas de duração. E durante esse tempo todo eu. nem. pisquei. Seria impossível falar de tanta coisa num filme padrão de 1h50. Afinal, Cloud Atlas não fala só sobre passado, presente e futuro. É um filme completo, que fala a respeito de preconceito, amor verdadeiro, luta por ideais, ficção científica, lealdade e essa Lovefoxxx maravilhosa SENDO. O. TORDO. 


Eu não gostei de:
Um grupo específico de personagens é bem chato e, assim como qualquer um desses filmes com muitas histórias paralelas, sempre tem aquele núcleo que a gente torce pra passar rápido. Mas no final das contas até o núcleo mala é importante pra conclusão de tudo. Não vou falar mais pra não soltar nenhum spoiler, rs.

O negócio é o seguinte: Não tem muito o que reclamar de Cloud Atlas. Você só precisa estar disposto a ver um filme que foge um pouco do comum e exige mais concentração do que o blockbuster nosso de cada dia. Mas se você vier aqui reclamar que o filme é ruim, dormível, complicado de entender ou vazio, SINCERAMENTE:


Mas e aí? Vale a pena?
CLARO. O filme é totalmente excelente, passa um monte de lições, faz pensar e, tecnicamente, ele é demais. Uma fotografia de tirar o fôlego, maquiagem assustadoramente boa e efeitos especiais capazes de criar um planeta futurista que parece real. Vale a pena pelas ótimas atuações, pela ótima direção e pelas ótimas quotes. Uma das minhas favoritas é essa aqui:

IN. YOUR. FACE. 
Você vai gostar se:
É fácil de gostar de Cloud Atlas porque as histórias contadas tratam de realidades muito diferentes. Então quem gosta de história, vai curtir, quem gosta de futuros alternativos, vai adorar. Se você está pronto pra mergulhar de cabeça num filme com um roteiro capaz de te prender por 180 minutos sem ficar chato nem por um segundo, se joga em "A Viagem".

Em uma frase do meu núcleo favorito do filme:

“A half-finished book is, after all, a half-finished love affair.”




Sobre o Autor:
Vitor Vitor. Meu gosto pra filmes é uma bagunça. Curto dos mais clássicos aos mais zuados. Tudo depende do dia. Tem dia que acordo querendo ver carros explodindo e tiro pra todos os lados. Tem dia que estou no clima pra ver filme de mulherzinha, com roteiro batido e final feliz. Gente cult me mata de preguiça. [Perfil completo]

26/01/2013

The Dreamers

Os Sonhadores
Ano: 2003
Com quem? Louis Garrel (La Belle Personne), Eva Green (Dark Shadows) e Michael Pitt (Hedwig and The Angry Inch)

Direção: Bernardo Bertolucci (O Último Tango em Paris)

Sinopse: Matthew é um jovem americano que está fazendo intercâmbio em Paris. Após passar um tempo solitário, conhece Isabelle e Theo, dois irmãos franceses, e é a partir desse momento que seu verdadeiro aprendizado de vida começa.

Eu gostei:
Muita coisa faz a gente se apaixonar nessa história.
O lugar em que se passa é lindo e extremamente charmoso, a Paris dos anos 60. O contexto também, em que a juventude parisiense estava tomada pelos movimentos estudantis e iam às ruas protestar praticamente o tempo todo. Isso criou a atmosfera perfeita pro filme, porque evidencia os conflitos internos pelos quais os protagonistas passam, em que muitas vezes eles se revoltam e querem mudar o mundo, mas não abrem mão da segurança de apenas discutir sobre o assunto bebendo vinho no sofá. (= eu)

"Books, not guns. Culture, not violence."

Os personagens... quem já assistiu sabe. Os irmãos são completamente malucos (no bom sentido, pera), vivem em uma realidade paralela, chegam até a ser ingênuos e é exatamente aí que tá a beleza dos personagens. O Theo é espontâneo, tipo espontâneo MESMO, não parece ter o mínimo problema em fazer o que quiser e falar o que bem entender a qualquer momento (é meio vago mas se vocês assistirem algumas cenas vão saber bem do que eu to falando). A Isabelle, porra, é a Eva Green. Tem um ar de malícia, de wild child, é provocante, mas ao mesmo tempo, no fundo, ela é uma menina romântica e frágil, controversa. O Matthew, apesar de chamar menos atenção, é assim por ser mais normal, isso que deixa o filme engraçado em muitos momentos. Ele reage às maluquices dos gêmeos do jeito que qualquer um de nós (eu acho né) reagiria, fica indignado, impressionado, e ao mesmo tempo se encanta com a beleza dos dois.

E ah, ele é carente também

E também tem o que move o filme: o cinema. Tá cheio de referências, eles recriam algumas cenas de uns filmes bem importantes, as trilhas sonoras. Pra quem curte cinema clássico é uma boa.

Eu não curti:
Então, em muitos momentos eu fiquei meio perdida no filme, principalmente a partir da metade. Fiquei esperando uma historia linear, mas parecia que as cenas não tinham pretensão alguma de criar uma continuidade. Fiquei bem confusa. Assisti com meu namorado e ele disse que achou que o filme fosse acabar em vários momentos, e eu concordei mesmo. Fiquei achando várias horas que ia chegar o final, mas quando chegou mesmo, me decepcionou.
Acho que o único defeito do filme foi o roteiro, achei meio furado. Sei lá, não me apedrejem.

Ou você é burra

Vale a pena?
Sim!
Apesar de não ter entendido algumas coisas, o que eu acho que foi culpa do meu raciocínio lerdo e não do diretor, recomendo muito mesmo. É um filme gostoso de assistir, porque te deixa em choque, apaixonado, emocionado, tudo de uma vez. É o tipo de coisa que você tem que assistir pra entender e tirar suas próprias conclusões, um filme difícil de ser explicado (como vocês puderam perceber pela minha dificuldade)
Aviso: não assista com pais e avós.

Você vai gostar se...
Gosta de filmes franceses (tsc), gosta de ver gente pelada, gosta de gente maluca, gosta mesmo de cinema, é louco pela Eva Green como o Vitor. Sei lá, tem muito pra gostar!

Em um motivo único pra você ver o filme:







25/01/2013

Zero Dark Thirty

A Hora Mais Escura
Ano: 2012
Com quem? Jessica Chastain (Histórias Cruzadas), Jason Clarke (Confiar), Kyle Chandler (Super 8), Jennifer Ehle (Tudo Pelo Poder) e Chris Pratt (O Homem Que Mudou O Jogo). 
Diretor: Kathryn Bigelow (Guerra Ao Terror)

É sobre o quê? 
A história gira em torno do assassinato do terrorista Osama Bin Laden, mostrando como aconteceu a operação organizada pelas forças especiais do exército dos Estados Unidos. Uma agente da CIA (Jessica Chastain) foi uma das figuras principais desta ação, quando descobriu os interlocutores de Bin Laden. 

Eu gostei de: 
Pouca coisa... Mas isso não foi ruim. Zero Dark Thirty não é um daqueles filmes que você sai contando todas as cenas para os seus amigos, descrevendo os cenários e citando o nome de cada ator no filme (até os coadjuvantes). A intenção aqui é fazer você ficar chocado com a “simplicidade” de uma história real com detalhes que não sabíamos sobre a captura e assassinato de Osama Bin Laden. O que me fez saltar da cadeira mesmo foi a atuação da Jessica Chastain, que está divinamente sensacional, no mais você gosta da fotografia e do roteiro+direção sem muito entusiasmo. 

Apesar de rolar um leve olhar patriota em tudo que a Kathryn Bigelow e que a nação norte-americana pede para um filme desses, eu vejo a dose aqui até que foi na medida certa. Confesso que em alguns momentos me irritei um pouco com falas de honra em situações em que nenhum dos lados está certo, mas estadunidense que é estadunidense pode tirar -46 no Enem que vai se achar o dono do saber e o fodão. O acontecimento em si é grandioso o suficiente, então foi uma decisão sábia não pegar pesado nesse orgulho americano. Isso abre uma porta para outros espectadores que não vivem o mesmo sentimento (às vezes doentio) de ser patriota demais. Assim encaramos a história com o olhar de cinema, esperando sermos entretidos com uma narrativa de ação e suspense (o que acontece!). 

Zero Dark Thirty não é só mais um Call of Duty da vida...

Eu não curti: 
O filme todo não é tão espetacular, chego até pensar que não é um dos melhores do ano. Consigo ver porque muita gente adorou e aposta em Zero Dark Thirty para Melhor Filme no Oscar 2013, mas vejo ele sendo substituído por Moonrise Kingdom com a maior facilidade do mundo. ZDT não prende sua atenção do começo ao fim, ele te arrasta pela curiosidade em vários momentos lentos e broxantes, sendo muitas vezes salvo pela atuação da protagonista que parece estar sempre sozinha nos momentos em que a história parece ter tomado prozac. Em poucas palavras: para um filme que nos deixa tão ansiosos pela sua conclusão, o inicio e algumas partes do seu meio são mais chatas que o normal. Talvez porque procurar o Bin Laden por anos não tenha sido uma tarefa muito divertida. 


Vale a pena?
Sim. Sua sequência final é grandiosa e os últimos minutos dividem muitas opiniões sobre quem merece ganhar Melhor Atriz e qual filme merece ganhar Melhor Filme no Oscar desse ano. Até eu fico confuso toda vez que me lembro da última cena de Zero Dark Thirty, uma das mais épicas do cinema e que, com certeza, vai marcar a carreira da Jessica Chastain (essa linda que já havia conquistado meu coração em Histórias Cruzadas). 

~~AWESOMENESS~~ 
Você vai gostar se...
Gosta de ação, jogos de estratégia, uma boa história americana sobre o triunfo da nação e se gosta de história no geral. Assistir esse filme mata muito nossa curiosidade sobre os fatos de uma das maiores caçadas ao terrorismo no mundo. Como o roteiro foi escrito a partir de dados confidenciais sobre a operação de procura ao Bin Laden, o sentimento de intromissão (ou intimidade) com os acontecimentos é sensacional. Até me achei meio agente especial da CIA, rs. 



Em uma confusão: só eu acho que esse ano o envelope do Oscar para Melhor Atriz poderia vir com um erro e nele os nomes de todas as atrizes indicadas estariam impressos no papel? Imagina que sensacional seria!




Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

23/01/2013

#PizzaTrivia - Ellen Page


10 coisas que você não sabe sobre a linda Ellen Philpotts-Page.


1. Ela viveu numa casa que, antigamente, era um bordel, mas acabou por mudar-se quando numa manhã, um mendigo perguntou se ela sabia que a Ellen Page morava lá. 

2. Já viveu numa "Ecovillage" por um mês. 

3. O seu apelido durante as gravações de Whip It era "Small", porque a Drew era fã de Paul Newman e passou a chamar ela de Small Newman... Desculpas, Ellen linda, bem-vinda ao clube das que não chegaram ao 1.60m. 

4. Sua atriz preferida é a Kate Winslet.

5. Antes de morrer, o Heath Ledger tinha em mente a Ellen como a estrela do seu primeiro trabalho como diretor com o The Queen's Gambit (essa partiu o coração gente).

6. É a 5ª mais nova atriz recebendo uma nomeação à Academia *_*. orgulho

7. Recusou o papel de Kitty Pride no X-Men: The Last Stand, até que o diretor telefonou pra ela pessoalmente, pra convencê-la a aceitar o papel. 

8. Já vi que apelidos pegam rápido na nossa lindinha, quando vivia em NYC as suas companheiras de quarto chamavam ela de "The Tiny Canadian". 

9. É sonâmbula e tem alucinações noturnas. 

10. Tinha uma crush pelo Leonardo DiCaprio e mantinha uma foto dele no armário.  quem não?



21/01/2013

#PizzaTrivia Jennifer Lawrence


10 coisas que você não sabia sobre a linda da Jennifer Schrader Lawrence.


1. Ela terminou o colegial 2 anos mais cedo para seguir a carreira de atriz.

2. Suas atrizes preferidas são: Meryl Streep, Laura Linney e Cate Blanchet.

3. Ela sabe de cor as falas dos filme Débi & Lóide, O Âncora e Quase Irmãos.

4. Nunca foi para o hospital, pois sua mãe acha que nunca é nada demais. Com 1 ano e meio de idade ela foi meio que atropelada pelo vizinho e mesmo assim sua mãe não a levou para ver um médico!


5. J. Law é canhota ( <3 )

6. Ela nunca fez nenhum tipo de aula de atuação. Tá bom pra vocês?.

7. Num primeiro momento, Jennifer Lawrence não queria muito fazer Jogos Vorazes, com medo de superexposição. Sua mãe disse que isso faria dela uma hipócrita, rs.


8. Uma vez sua amiga estava chateada por ter saído feia em uma foto, então a atriz pegou o computador, entrou no Google Imagens e colocou: "Jennifer Lawrence Ugly" pra fazer a amiga se sentir melhor.

9. Durante as filmagens de Jogos Vorazes, Liam Hemsworth ouviu uma gritaria no quarto da Jennifer, ficou preocupado e foi conferir. Acabou que era apenas ela e o co-star Josh Hutcherson fazendo drama por não poderem viver em Pandora (do filme Avatar).

10. A garota disse que aprendeu a atuar mentindo muito na infância. Uma vez desafiaram Jennifer a saltar do ônibus escolar, a louca pulou e foi parar na sala do diretor. Após muito fingimento, ela não só não foi suspensa como também conseguiu 2 semanas de folga devido à situação traumática pela qual passou.

20/01/2013

Django Unchained

Django Livre
Ano: 2012
Com quem? Jamie Foxx (Dreamgirls), Christoph Waltz (Bastardos Inglórios), Leonardo DiCaprio (A Origem), Kerry Washington (Ray), Samuel L. Jackson (Jackie Brown).

Direção: Quentin Tarantino (Pulp Fiction).

É sobre o quê?
O filme se passa no sul dos Estados Unidos, no ano de 1858. Django é então um escravo que acaba cruzando o caminho do Dr. Shultz, um caçador de recompensas alemão que decide comprar Django em troca de alguns favores. Após alguns trabalhos bem sucedidos, o generoso Dr. Shultz resolve auxiliar o ex-escravo em uma missão pessoal: resgatar sua esposa, também escrava, que há alguns anos foi vendida para um inescrupuloso fazendeiro.

Eu gostei de:

T.U.D.O. BOOM

Até eu que sou fã dos filmes do Tarantino não esperava que Django fosse assim tão bom, principalmente porque eu não sou lá muito ligado em filmes Western. Mas o roteiro é impecável. Além da história ser perfeitamente construída, sem nenhum furo nem nada, sabemos que há várias coisas não contadas no filme, é como se ele tivesse escrito a biografia de todos os personagens antes de fazer esse roteiro (aliás, todos os filmes do cara são assim).

Os personagens são incríveis também. A simpatia pelo Django e o Dr. Shultz é instantânea. Afinal, um é um escravo sofrido (não tem como não torcer por ele) e o outro é simplesmente. awesome. e. badass. É interessante ver a interação dos dois, porque o doutor é um europeu culto e o outro... bom o outro é um escravo, coitado. Em 20 minutos de filme e eu já amava todo mundo.

"Kill white people and get paid for it? What's not to like?"

O Leonardo DiCaprio também está humilhando e ainda tem o Samuel L. Jackson sendo absolutamente hilário (o cinema ria toda vez que ele aparecia em cena). Diferentemente de Bastardos Inglórios, em Django Unchained até os vilões são carismáticos.

"O que foi que você disse?"

"Nigga, please!"

O resultado final foi um filme engraçado, violento, dramático, bonito e com aquela direção peculiar (olha eu pedante) do Tarantino. E a fotografia meio vintage western ficou bem parecida com aqueles bang bang das antigas. A trilha é algo a se destacar também, vai desde o country e o folk até uns raps bem pesadões - DEMAIS.

Eu não curti:
Sinceramente, achei o filme perfeito. Mas pessoalmente eu preferiria que o vilão fosse bem mais evil do que é na história, porque o cara é mau, mas às vezes parece que não é... aí nem sempre ele evocava a tensão necessária (na minha opinião rs). Outra coisa que eu senti falta foi de ter alguma mulher fodona na história e não apenas a sofrida da Broomhilda.

E vale a pena?
Hell yeah! 20 minutos de filme e eu já estava quase chorando... não porque rolou algum drama, mas pq era de fato tão bom quanto o povo tava falando. São 2h e 45 min que passam voando. É entretenimento puro, do começo ao fim. A ação funciona, o drama funciona, o sangue funciona, o romance funciona, as piadas funcionam, até a estética funciona... sério... I can't even...

<3

Você vai gostar se...
Se gosta de filmes de Velho Oeste, se curte temas históricos ou sérios como escravidão, guerra civil, racismo, mas abordados de uma maneira não mala (rs). Se gosta dos filmes do Tarantino, acho que este é um dos melhores, gostei mais do que Bastardos Inglórios, com certeza.

Em um ator que merece ganhar o Oscar outra vez: 




Sobre o Autor:
VinnieVinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]


19/01/2013

Lo Imposible

The Impossible / O Impossível
Ano: 2012
Com quem? Naomi Watts (Você Vai Conhecer O Homem Dos Seus Sonhos) , Ewan McGregor (Trainspotting - Sem Limites) e Tom Holland (O Mundo Dos Pequeninos). 
Diretor: J.A. Bayona (O Orfanato

É sobre o quê? 
‘Lo Imposible' é baseado em fatos reais e se passa durante os eventos que ocorreram quando um Tsunami enorme atingiu a Tailândia e outras áreas em 2004. O filme conta a incrível história de Maria (Naomi Watts), Henry (Ewan McGregor) e seus filhos que tiram férias na Tailândia, para desfrutar as comemorações de fim de ano. Mas, na manhã de 26 de dezembro, enquanto a família descansa ao redor da piscina, uma gigantesca onde atinge a região. Depois disso é só drama L. 

Eu gostei de: 
Desde o começo de 2012 ‘Lo Imposible’ vem chamando minha atenção. Começou soltando um teaser sensacional da cena em que a Tsunami atinge um hotel. Depois foram posters, trailers e vocês puderam acompanhar tudo na nossa página no Facebook, acabou que o filme ficou para estrear na temporada do Oscar. E com todos os motivos. Essa produção é, sem dúvidas, um dos merecedores de indicações à qualquer premiação que concorra. Com efeitos especiais que, na verdade, não parecem especiais porque são reais de mais, atuações de tirar o fôlego (às vezes literalmente) e uma fotografia INSANA. Não há um elemento visual no filme que não esteja perfeito; cenários, figurantes, maquiagem. Tudo, tudo, tudo desesperadamente realista! 



Uma grande vontade do filme é te passar a mesma dor e sensação que a família viveu. Deixar você sofrendo junto na sala de cinema a cada cena agonizante. Por isso você se vê encolhido na poltrona encarando a tela do cinema com os olhos arregalados, gritando de dor (sério! Muita gente na sala não calava a boca por causa disso) a cada machucado exposto. 

Uma imagem bem simples só para ilustrar como a maquiagem é tennnsssaa!
E para que sofrer junto à história fosse possível é claro que ótimos atores deveriam estar ‘sofrendo’ no longa. Não adiantaria ter uma ótima maquiagem/efeitos especiais se a atuação fosse mixuruca. E quem, definitivamente, merece uma salva de palmas é a Naomi Watts. Essa mulher consegue interpretar as piores cenas do filme e transpassar a dor apenas pelo olhar (óbvio que há gritos, caretas e coisas de quem está sofrendo pra c%3&lh%$%). Eu considero um bom ator aquele que consegue atuar algo que é proporcionado por algo físico (morte, dor, prazer etc) e não algo sentimental, mas que eu também considero difícil, não me entendam mal. Raciocinem comigo: se você consegue fingir e passar para diversos espectadores um desconforto por causa da sua dor, que a gente TEM CERTEZA DE QUE VOCÊ NÃO ESTÁ SOFRENDO, então você é um gênio e merece um Oscar! 

Eu não curti: 
Tirando o fato de o filme ter o personagem mais chato de todo o cinema em 2012, eu sinto que falta detalhes na história dessa família corajosa. Entendo que não é necessário, em seu final, explicar tudo o que eles passam DEPOIS da Tsunami, mas alguma coisa me pareceu estar escondida dentre as lições de sobrevivência e perseverança. Acho que fiquei meio que preocupado com muita coisa e esperava conhecer cada pessoa da história nos mínimos detalhes. Claro que foi uma expectativa boba, já que no meio da confusão ninguém ia colocar uma cena aleatória de epifania encarando o canto da tela e falando sozinho. 

Vale a pena?
Sem dúvidas. Se você puder assistir nos cinemas ou em uma enorme televisão, eu indico que procure esses meios. Assim você vai poder entender em escala gigantesca o que essa família passou e o quanto essa produção merecia estar entre os indicados de melhor filme do Oscar de 2013. 

Naomi Watts foi indicada ao Oscar 2013 de Melhor  Atriz e agora está pensando no seu discurso quando receber a estatueta. 
Um filme sem exageros, além das consequências reais desse desastre natural, sem sensacionalismo e muito emocionante. Eu até chorei, viu? Não me imagino fazendo 2% do que essa galera fez em duas horas e meia. Na vida real ou no cinema. 

Você vai gostar se...
Gosta de filmes realistas, atuações de quebrar o queixo, cenas que te fazem chorar até perder 10 litros de água e de efeitos especiais. Lo Imposible tem os melhores efeitos que já vi em um filme de desastre natural. 

Em minha aposta para Melhor Atriz do Oscar 2013:






Sobre o Autor:
Kabe Kabe. Eu costumo prestar atenção em detalhes sem relevância nos filmes e expandir a história na minha cabeça antes mesmo dos créditos iniciais começarem. Um filme perfeito seria aquele sem gênero definido em que a Elle Fanning chora com um Alien de bow tie enquanto o espaço explode em slow motion. Ah, e eu converso com os personagens. [Perfil completo]

13/01/2013

Silver Linings Playbook

O Lado Bom da Vida
Ano: 2012
Com quem? Bradley Cooper (Se Beber Não Case), Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes), Robert De Niro (Jackie Brown), Jacki Weaver (Cinco Anos de Noivado), Chris Tucker (O Quinto Elemento).

Direção: David O. Russel (I <3 Huckabees).

É sobre o quê?
Após meses em uma instituição de saúde mental, Pat volta para casa de seus pais. Obcecado por se reconciliar com sua ex-mulher, Pat faz de tudo para ter uma nova chance de encontrá-la novamente. Entre terapias e um surto ou outro, ele conhece Tiffany, uma jovem viúva que, assim como ele, também passa por sérios problemas de relacionamento.

Eu gostei de:
Primeiramente, eu não li o livro, pois não queria que isto afetasse o modo de ver e comentar sobre o filme (sou desses às vezes, rs).

A história é bem original, o roteiro é ótimo e a direção também, o que faz a gente ficar preso ao filme desde o início. Sério, 10 minutos e eu já queria ver o que que ia acontecer. É daqueles roteiros em que as coisas vão progredindo o tempo todo, sem nenhuma enrolação ou partes que começam a dar preguiça.

Se tem uma coisa que eu gosto é de personagens fucked up, e aqui você encontra vários. Uns são excêntricos, outros são "quebrados" e outros são meio doidos mesmo. Todo mundo é interessante. O elenco detona mesmo e faz tudo parecer fluir naturalmente. Os coadjuvantes (De Niro e Jacki Weaver) roubam a cena em vários momentos, é impossível não notá-los quando aparecem (Chris Tucker também).

EL KING DA MANDINGA

Best Supporting 'Mãe Fofa' Role

Mas, obviamente todo show fica por conta do Bradley Cooper e da linda da Jennifer Lawrence. O cara já começa humilhando... Pat é um personagem muito, muito problemático. Quanto à Lawrence, eu não estava botando muita fé, mas até o fim do filme vc entende pq ela foi indicada ao Oscar novamente, (aliás, o Bradley e os coadjuvantes também foram).

Okay I get it... geez

Eu não curti:
O único problema que eu achei foi de ter algumas coisas mal explicadas (em um dado certo momento rs). A progressão do protagonista é muito evidente até certo ponto, mas depois parece que faltam alguns detalhes essenciais para deixar tudo perfeito. Coisa que no livro deve ser bem melhor explorado etc.

E vale a pena?
Sim! É um filme lindo, cheio de gente problemática, com momentos tristes, momentos engraçados e momentos de tensão. É sério, mas não é pesado (como são muitos filmes indicados ao Oscar), afinal, chama-se ~O Lado Bom da Vida~.

É uma dramédia bem dosada, com parte dramática o suficiente pra gente se importar com os personagens (chorei baldes, óbvio) e a parte descontraída para não ficar monótono e a gente dar umas risadas.

como não amar?

Você vai gostar se...
Curte filmes com gente messed up, tentando se encontrar, estilo Amor sem Escalas, As Vantagens de Ser Invisível e Garota Interrompida. Ou filmes con famílias excêntricas, como Little Miss Sunshine, City Island e Jeff Who Lives at Home.

Em uma lição de auto-ajuda em 2 gifs: 



Sobre o Autor:
VinnieVinnie. Eu não tenho filtros e vejo qualquer tipo de coisa. Gosto de drama, ação, terror, comédia e não tenho preconceitos (vou de cult a blockbusters e trashões). Sou fanático por premiações e futilidades de Hollywood. Odeio spoilers mais que tudo. [Perfil completo]